27/08/2021
Hoje é dia de celebrar Bastet – a deusa egípcia que possui forma de felino. E resolvemos trazer para vocês um pouco da história sobre a relação dos egípcios com esses adoráveis bichanos que trazem muita alegria diariamente à nossa vida.
Tudo começou quando os egípcios perceberam que eles ajudavam a combater um de seus piores inimigos – os ratos que infestavam a região, destruindo as colheitas de grãos e cereais, além de espalharem doenças. Quando notaram que os gatos eram a solução para controlar a população de roedores, os egípcios começaram a tratar os bichanos como membros da família e passaram a encará-los como verdadeiras divindade. Depois de levar pra casa não tem jeito, né? Sempre falamos que quem não gosta de gato é porque nunca teve! 😹😹😹
Uma das deusas egípcias representadas com cabeça de gato era Bastet (também conhecida como Bast e Ubasti). Ela começou a ser cultuada por volta de 3000 a.C. e representava o prazer, a fertilidade, a música e o amor. Além de Bastet, as duas principais divindades egípcias – Ra, o deus do Sol, e Ísis, a deusa da vida – também apresentavam traços felinos.
Os egípcios dedicavam tamanha veneração aos gatos que costumavam raspar as sobrancelhas em sinal de luto quando um bichinho de estimação morria. As mulheres também os viam como símbolos de beleza e pintavam os olhos tentando imitar o contorno perfeito do olhar dos bichanos. Esses animais mereciam os mesmos ritos fúnebres que os seres humanos, sendo embalsamados e sepultados. No século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade no delta do rio Nilo onde f**ava o principal templo da deusa Bastet. Exagero? E que tal saber que alguém podia ser condenado à morte se matasse um desses animais?
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