03/06/2022
Lendo a história do Jesse e do Shurastey percebi que eles não fizeram nada de extraordinário, nunca desmerecendo a longa jornada deles, na verdade 90% das pessoas nunca chegarão a rodar por 2 países com um FUSCA quanto mais por 17, é que o ser humano é capaz de fazer coisas fantásticas, inventar, superar limites, quebrar recordes, vencer doenças terminais. o Jesse escolheu simplesmente a companhia da fidelidade de um cachorro, o horizonte como guia e a liberdade.
Deixou pra traz a falsa segurança de um trabalho, um salário ou uma comissão.
Aí vem a pergunta? Será que a vida acordar trabalhar chegar em casa, dormir, começar o ciclo novamente e pagar boletos?
Acho que por isso tanta gente ficou sensibilizada com a história tanta gente chorou parecendo que perdeu um ente querido não pela perda em si, mas pela covardia que cercam a todos e a inveja de realizar coisas simples ao lado de um amor.
Será que temos que viver no emprego de m***a, em um curso de m***a, em um relacionamento de m***a sabendo que tem um mundo inteiro para ser visto, explorado e conquistado?
Não estou dizendo que eu sigo essa visão e filosofia, me considero covarde também, mas refletindo percebi sofrimento e a tristeza que cercou as pessoas desde dia 23 foi pelo fato da vida estar passando a gente pode morrer, fazendo uma coisa que odeia ao lado de pessoas que não se respeitam.
Fábio Corneta
27/05/2022 .dogs
Amigos a opinião expressa aqui é do autor do texto, a interpretação de texto também não é de nossa responsabilidade,
Eles Foram incríveis, a reflexão é sobre a vida que levamos ou não levamos. Porém cada um sabe até onde o calo aperta e até onde vai o limite de cada sentimento.
Parafraseando: Salomão Schvartzman: