Casa do Choro

Casa do Choro A Casa do Choro é centro de referência ao mais antigo gênero musical brasileiro. Espaço para shows, exposições, aulas e pesquisa musical. O choro é carioca!
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“O choro é a alma musical do povo brasileiro”, já dizia Villa Lobos. E o Rio de Janeiro, finalmente, ganhou um espaço a altura da importância do gênero, a Casa do Choro, que reúne, na Rua da Carioca número 38, oito salas de aula, estúdio, centro de pesquisa e auditório para shows e palestras. Construção erguida no início do século XX, com características semelhantes às dos templos mouros (daí o ap

elido “mourisquinho”), o prédio histórico que abriga a Casa do Choro é tombado pelo INEPAC e foi cedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro para o Instituto Casa do Choro. O imóvel, que segundo pesquisas foi construído por volta de 1902, estava em ruínas e foi totalmente restaurado com apoio financeiro do BNDES, patrocínio da Petrobras e incentivo da Lei Rouanet. Além de Luciana Rabello e Maurício Carrilho, presidente e vice-presidente, respectivamente, na diretoria do Instituto Casa do Choro encontram-se ainda os nomes do bandolinista, regente e produtor musical Pedro Aragão, dos músicos Jayme Vignoli e Paulo Aragão e do produtor Cesar Carrilho. A instituição é responsável pela Escola Portátil de Música (EPM) que, desde o ano 2000, já ofereceu conhecimento musical através da linguagem do choro para mais de 10 mil estudantes e atualmente mantém cerca de 1.100 alunos matriculados nas oficinas que acontecem na UNIRIO. A Casa do Choro é o sonho de muitas gerações de músicos, ideal abraçado por personalidades reunidas no conselho do instituto. Déo Rian, Dori Caymmi, Hermínio Bello de Carvalho, Katia de Almeida Braga, Luiz Otávio Braga, Maria Bethânia, Paulo Cesar Feital, Paulo César Pinheiro, Roberto Almeida, Roberto Gnatalli, Sergio Prata e Sergio Cabral são os integrantes.

Temporada 2026 da Orquestra Furiosa Portátil!
13/06/2026

Temporada 2026 da Orquestra Furiosa Portátil!

Quinta (11), às 19h: lançamento do disco 7 sentidos, de  e . Participação especial: .Encontro de dois violões de sete co...
08/06/2026

Quinta (11), às 19h: lançamento do disco 7 sentidos, de e . Participação especial: .

Encontro de dois violões de sete cordas - Aço e nylon - que nasce das rodas de choro e coloca em primeiro plano o jogo entre baixos, condução harmônica e desenho melódico. A formação conversa com linhagens do gênero, de Dino com Raphael Rabello a Valter Silva com Yamandu Costa, mas olha para o presente: choros autorais, releituras enxutas e espaço para contraste de timbres.

O programa destaca uma homenagem ao compositor Garoto. Com a obra em domínio público desde 2026, a dupla apresenta peças fundamentais sob leitura atual, ao lado de composições próprias. O recorte privilegia equilíbrio rítmico e contraponto, deixando o aço firmar a base e o nylon avançar em linhas que se cruzam. É música de proximidade, pensada para ouvir de perto.

Rafael Mallmith é violonista, compositor, arranjador e produtor. Porto-alegrense radicado no Rio desde 2005, dividiu palcos e estúdios com Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Zé Paulo Becker, Henrique Cazes, Maurício Carrilho e Wilson Moreira. Integra o Trio Madeira Brasil. Já Igor Lazier é violonista e compositor com trajetória construída em palcos e rodas de choro, assinando obras que aparecem no repertório deste concerto.

Quarta (10), às 19h: .oficial Show ESTEREOSCÓPIO com Henrique Band sax barítono e soprano  piano  baixo  percussão  bate...
05/06/2026

Quarta (10), às 19h: .oficial

Show ESTEREOSCÓPIO com Henrique Band sax barítono e soprano piano baixo percussão bateria

Participação especial: sanfona

O saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical Henrique Band, revela um caldeirão experimental onde os tambores afro-brasileiros se misturam ao pop e o jazz experimental. É baião, afrobeat, jazz, tango e música árabe se manifestando através de suas composições num resultado surpreendente e universal. Neste show, a autenticidade da música de Band se reafirma universal, mas sem perder a sua origem brasileiríssima, comprovada nas homenagens que faz a alguns de seus mestres mais importantes, como Moacir Santos em “Moa Moa”, Dominguinhos em “Meu sertão” e Astor Piazzola e Gerry Mulligan, onde o Tango se encontra com o Jazz, no tema Arevalito.

O repertório é composto por músicas de seus dois CDs, Caleidoscópio (2009- Funarte Prêmio Pixinguinha e melhor disco instrumental prêmio Cata-Vento 2010) e Estereoscópio (2015) e algumas músicas do último projeto, Omelete Ancestral, que será lançado em breve.

Band é um artista inquieto, de mente aguçada e bastante produtiva. Ele desenvolve projetos arrojados e criativos que já movimentaram a cena musical do Rio de Janeiro, como é o caso do Jazz no Jardim e do Movimento Sonoro. É integrante também da Orquestra Ouro Negro, Jobim Jazz de Mario Adnet (vencedor do Grammy Latino com o DVD ao vivo) e participa da banda de Zeca Pagodinho, com quem está em turnê desde 2010. Já gravou e trabalhou com grandes artistas como Edu Lobo, Chico Buarque, Caetano Veloso, Barão Vermelho, Emílio Santiago, João Donato, Gilberto Gil, Mario Adnet e Cristóvão Bastos. Sua experiência tocando em orquestras inclui nomes como Michel Legrand, Frank Sinatra Jr , Orquestra Tabajara, Rio Jazz Orchestra, OSB entre outras.

Ingressos à venda no

Quarta (3), às 19h: o espetáculo “Lá e Cá” promove o encontro sensível entre a paraense Jane Duboc e a carioca Clarisse ...
01/06/2026

Quarta (3), às 19h: o espetáculo “Lá e Cá” promove o encontro sensível entre a paraense Jane Duboc e a carioca Clarisse Grova, celebrando a pluralidade da canção brasileira por meio de trajetórias que se cruzam no afeto e na maestria musical.

“Lá é Cá” é um encontro de afetos, memórias e caminhos musicais entre duas artistas que traduzem, em suas trajetórias, a diversidade da canção brasileira: Jane Duboc, paraense, e Clarisse Grova, carioca. Amigas desde 1980, quando se conheceram no emblemático Festival das Mulheres nas Artes, idealizado por Ruth Escobar, no Teatro São Pedro, elas constroem no palco um diálogo sensível entre suas histórias e a música que as atravessa.

O espetáculo costura lembranças e encontros vividos ao longo de décadas, revelando uma parceria que se estende para além do tempo. Entre relatos e interpretações, Jane e Clarisse percorrem o Brasil por meio de canções que refletem diferentes territórios, sotaques e poéticas — um verdadeiro trânsito entre o “lá” e o “cá”.
O repertório reúne obras de compositores de várias regiões do país, como “Paciência”, de Lenine; “A Lenda do Abaeté”, de Dorival Caymmi; “Pauapixuna”, de Rui Barata e Paulo André Barata; “Tocando em Frente”, de Almir Sater e Renato Teixeira; e “Esquadros”, de Adriana Calcanhotto, entre outras. O show também destaca parcerias e composições autorais, como a de Clarisse com Aldir Blanc, além de sucessos consagrados na voz de Jane Duboc, incluindo obras de Toninho Horta e outros compositores mineiros.

“Lá é Cá” é, acima de tudo, uma celebração da amizade e da música como território de encontro — onde diferentes origens se entrelaçam e se reconhecem em uma mesma canção.

– voz, piano e violão
– voz e violão
Produção executiva – Elfi Kürten Fenske

Que maravilha será junho aqui na Casa do Choro! Garanta seu ingresso! Dia 3:  e  - Lá e cá Dia 10: .oficial - Estereoscó...
30/05/2026

Que maravilha será junho aqui na Casa do Choro! Garanta seu ingresso!

Dia 3: e - Lá e cá
Dia 10: .oficial - Estereoscópio

Participação especial:
Dia 11: e - lançamento do disco 7 Sentidos
Dia 17: - 50 anos de Cavaquinho

Dia 18:
.musica
Dia 25: - Sempre Juntos


No próximo domingo, dia 31, às 20h, tem Orquestra Furiosa Portátil na !Inteiramente dedicado à obra de Radamés Gnattali ...
29/05/2026

No próximo domingo, dia 31, às 20h, tem Orquestra Furiosa Portátil na !

Inteiramente dedicado à obra de Radamés Gnattali (1906-1988) o espetáculo foi gravado em março na Casa do Choro.

Conduzido pelo maestro Pedro Aragão, o concerto homenageia os 120 anos do brilhante compositor, arranjador e multi-instrumentista. O repertório reúne obras que revelam a versatilidade de Radamés Gnattali, desde choros sofisticados até sambas e valsas.

Entre as composições que estão no repertório executado pelo grupo estão “Alma Brasileira”, “Fumaça do Meu Cachimbo”, “Bate Papo”, “Sempre a Sonhar”, “Zanzando em Copacabana” e “Remexendo”.

A Orquestra Portátil, apelidada de Furiosa Portátil, foi criada há mais de 20 anos na , no Rio de Janeiro, para promover a prática de conjunto entre alunos e professores. Com o passar do tempo, a formação adquiriu uma sonoridade mais madura que mistura o som das bandas de sopros com os fundamentos rítmicos do regional e da percussão do choro. Atualmente, a Furiosa Portátil é também um laboratório para arranjadores e compositores ligados à . Os músicos escrevem peças e arranjos especialmente para a Orquestra.

🎶 Roda de Choro | Todo domingo, às 20h, na Rádio MEC
📻 RJ 99,3 FM e 800 AM . BH e DF 87,1 FM
Para ouvir online, app Rádios EBC

O terceiro concerto da Temporada 2026 da Orquestra Furiosa Portátil celebra o encontro entre o samba e o choro, dois dos...
20/05/2026

O terceiro concerto da Temporada 2026 da Orquestra Furiosa Portátil celebra o encontro entre o samba e o choro, dois dos gêneros mais importantes da música brasileira, cujas trajetórias se entrelaçam e se enriquecem mutuamente. Desde as primeiras décadas do século XX, nos primórdios do disco e do rádio, músicos, intérpretes e compositores transitam livremente entre esses universos, promovendo um diálogo que resultou em alguns dos momentos mais expressivos de nossa música popular.

O convidado da noite, Gabriel Cavalcante, ou como é mais conhecido, Gabriel da Muda, é uma das vozes mais atuantes do samba contemporâneo e uma das grandes referências de sua geração. Cavaquinista desde os 10 anos de idade, ele próprio exemplifica a importância do choro na formação de tantos sambistas — foi aluno da , onde consolidou parte de sua trajetória artística. Com sólida carreira e presença constante nos palcos e rodas de samba no Rio de Janeiro, no Brasil e no mundo, Gabriel da Muda é fundador e integrante de movimentos tão importantes quanto o Samba do Trabalhador, ao lado de nomes como Moacyr Luz, e do Samba da Ouvidor.

O repertório do espetáculo inclui canções presentes em seu trabalho mais recente, o álbum Se for me chama (2023), com direção musical de Mauricio Carrilho e Roberto Didio.

Quinta (21), às 19h: "Nelson Cavaquinho: 40 anos de Saudades: Onde a Música encontra o Verso", show que reúne os cantore...
18/05/2026

Quinta (21), às 19h: "Nelson Cavaquinho: 40 anos de Saudades: Onde a Música encontra o Verso", show que reúne os cantores Ana de Hollanda, Rubens Kurin e Tania Malheiros, e os poetas Tanussi Cardoso e Jacinto Corrêa, com homenagem a Thereza Christina Rocque da Motta (in memoriam).

O espetáculo inédito tem a curadoria de Silvia Carvão e a direção musical de Ramon Araújo e visa apresentar ao público a diversidade cultural, unindo a música de Nelson Cavaquinho (1911-1986), parceiro mais constante de Guilherme de Brito, à poesia que retrata o tema da saudade que o Mestre da Verde e Rosa deixou. Um show para homenagear Nelson Cavaquinho nas quatro décadas de sua despedida é importante porque ele é um dos grandes ícones do samba brasileiro, cuja obra expressa com profundidade temas como a efemeridade da vida, o amor e a dor.

Sua poesia melancólica e sonoridade singulares revelam a alma do povo e contribuem para a valorização da cultura popular. Celebrar sua trajetória é manter viva a memória de um dos artistas que transformam sentimentos em arte, inspirando gerações. No repertório não faltam clássicos como “A flor e o espinho”, Rugas”, “Minha festa”, “Folhas Secas”, “O dono das Calçadas”, entre outras obras-primas.

Dia 20, às 19h: Homenagem a Canhoto da ParaíbaA música brasileira ganha uma noite especial dedicada à memória e à obra d...
13/05/2026

Dia 20, às 19h: Homenagem a Canhoto da Paraíba

A música brasileira ganha uma noite especial dedicada à memória e à obra de Canhoto da Paraíba, um dos maiores nomes do violão nacional. Reconhecido por sua técnica única e estilo inconfundível, o artista deixou um legado que atravessa gerações e segue inspirando músicos no Brasil e no mundo.

A homenagem reúne no palco importantes nomes do choro: Luis Barcelos, Luciana Rabello, Mauricio Carrilho e Bidu Campeche, que interpretam obras marcantes e recriam a sonoridade característica do mestre.

Canhoto da Paraíba ficou conhecido por sua forma singular de tocar violão: mesmo sendo canhoto, utilizava o instrumento sem inverter as cordas, desenvolvendo uma linguagem própria que se tornou sua assinatura artística.

Mais do que um tributo, o espetáculo propõe um encontro com a essência do choro e com a história da música brasileira, celebrando a permanência e a força da obra de um artista fundamental.

Quinta (14), às 19h: o duo Kiko Horta e Antonio Guerra estreia na Casa do Choro um encontro musical tão fértil musicalme...
09/05/2026

Quinta (14), às 19h: o duo Kiko Horta e Antonio Guerra estreia na Casa do Choro um encontro musical tão fértil musicalmente e desejado pela dupla.

O espetáculo propõe o encontro entre dois expoentes instrumentistas que vem espalhando a música brasileira pelo mundo, saudando as tradições cariocas e nordestinas, navegando entre choro, jongo, samba, baião, frevo.

O repertório demonsta arranjos inéditos e interpretações criativas de temas que conectam dois pólos culturais do país, celebrando a poesia e a melodia de nomes como Anastácia, Dominguinhos, Capiba, Paulinho da Viola, Cartola e Dolores Duran, além de composições autorais do duo.

Conceito artístico
A proposta busca revelar a força cultural dos universos carioca e nordestino, usando o acordeom, o piano e a percussão como vozes desta mistura. Partindo da busca dos sotaques musicais regionais, os arranjos exploram contrapontos, improvisos momentos de suspensão, buscando novas cores e olhares neste rio de ritmos, danças e manifestações populares. O projeto é inédito, mas também é homenagem: costura-se a memória de mestres nordestinos e cariocas — a força da tradição de Capiba e Dominguinhos e a delicadeza poética de Paulinho da Viola, Cartola e Dolores Duran — com interpretações que ressaltam caráter humano e histórico de cada obra.

Endereço

Rua Da Carioca, 38, Centro
Rio De Janeiro, RJ
20050008

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 11:00 - 20:00
Terça-feira 11:00 - 20:00
Quarta-feira 11:00 - 20:00
Quinta-feira 11:00 - 20:00
Sexta-feira 11:00 - 20:00

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