11/06/2026
O que sustenta a comunicação do maior Réveillon do mundo
Em um megaevento, gestão de crise não começa quando algo dá errado.
Começa antes, quando a operação ainda está sendo desenhada: no diagnóstico dos riscos, na definição dos fluxos de informação, no alinhamento entre instituições, patrocinadores, produção, poder público, imprensa e porta-vozes.
O Réveillon de Copacabana é um dos maiores exemplos dessa complexidade. Em 2025, a MNiemeyer assinou pela 14ª vez a direção geral de comunicação para a imprensa do maior réveillon do mundo, reconhecido pelo Guinness World Records.
Quando milhões de pessoas ocupam a cidade, a imprensa nacional e internacional acompanha cada etapa e marcas, turismo, segurança, mobilidade e reputação pública estão envolvidos, comunicação passa a ser a espinha dorsal do evento.
Em gestão de crise, tempo de resposta importa. Mas consistência importa tanto quanto velocidade. Uma informação desalinhada, incompleta ou mal distribuída pode ampliar ruídos, gerar insegurança e comprometer a percepção pública de toda a operação.
Por isso, alguns pontos são decisivos: monitoramento permanente, mensagens claras, porta-vozes preparados, imprensa bem atendida, canais definidos, tomada de decisão rápida e capacidade de corrigir rotas sem perder credibilidade.
Para a MNiemeyer, atuar em um evento como o Réveillon de Copacabana há 14 anos é também acumular inteligência sobre pressão, escala, cidade, imprensa e reputação.
Gestão de crise é método. Mas, em eventos desse porte, também é continuidade, presença em campo, governança e responsabilidade com a informação.