26/08/2026
POR FAVOR, LEIA ATÉ O FINAL E, SE VOCÊ CONCORDAR, COMPARTILHE. ESTA MENSAGEM PRECISA CHEGAR AO MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE BRASILEIROS.
Em 2019, durante o governo de Jair Bolsonaro, foi aprovada a Reforma da Previdência (Emenda Constitucional nº 103/2019), que mudou a forma de cálculo da aposentadoria por incapacidade permanente para muitos segurados.
Com a nova regra, em determinadas situações, o benefício passou a ser calculado inicialmente em 60% da média das contribuições, com acréscimo de 2% por ano de contribuição que ultrapassar determinados períodos. Para algumas pessoas, isso representou uma redução significativa em relação à regra anterior.
Em dezembro de 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que essa regra é constitucional nos casos abrangidos pela Reforma. Isso significa que, atualmente, a discussão não é apenas judicial: uma eventual mudança dessa regra depende principalmente de uma mudança na legislação.
E é justamente por isso que precisamos falar sobre esse assunto.
❤️ Estamos falando de pessoas que perderam a capacidade de trabalhar.
São homens e mulheres que muitas vezes passaram décadas contribuindo para o INSS e que, depois de uma doença grave, acidente ou incapacidade permanente, passaram a depender exclusivamente de um benefício para sobreviver.
Muitos precisam pagar aluguel, alimentação, água, luz, remédios, consultas e tratamentos.
Quando a renda diminui justamente no momento em que a pessoa mais precisa de proteção, a vida pode ficar ainda mais difícil.
❗ POR ISSO, DEIXO UMA PERGUNTA AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA:
O QUE VOCÊS PRETENDEM FAZER PELOS APOSENTADOS POR INCAPACIDADE PERMANENTE QUE FORAM AFETADOS PELA NOVA REGRA DE CÁLCULO?
Existe a possibilidade de rever essa legislação?
Será apresentada alguma proposta para aumentar a proteção dessas pessoas?
O assunto será discutido publicamente durante a campanha?
📢 E FAÇO UM PEDIDO AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, ESPECIALMENTE À REDE GLOBO:
COLOQUEM ESSA QUESTÃO EM PAUTA E PERGUNTEM AOS CANDIDA