05/04/2026
O Ministério Público de São Paulo mudou de posição e pediu à Justiça que seja encerrada, sem punição, a ação que acusava o influenciador Monark de promover discurso de ódio. Ele havia defendido, em tese, a possibilidade de existência de um partido nazista no Brasil.
A manifestação foi assinada no último dia 31. Na reavaliação, a Promotoria de Direitos Humanos concluiu que Monark (Bruno Monteiro Aiub) estava debatendo os limites da liberdade de expressão — e não defendendo o nazismo.
O promotor Marcelo Otavio Camargo Ramos apontou uma diferença essencial: apoiar uma ideologia não é o mesmo que defender o direito de as pessoas expressarem suas opiniões, mesmo que sejam erradas ou polêmicas.
Após revisar o episódio completo, o Ministério Público não encontrou incitação à violência, exaltação do nazismo nem discurso de ódio contra grupos específicos. "Defender a liberdade de convicção e de expressão de indivíduos que adiram a tal ideologia não importa adesão, endosso ou relativização de seu conteúdo", escreveu o promotor.
➡️ LEIA a coluna completa na : https://mrf.lu/6n1l (link clicável na bio do perfil)
📸Foto: Reprodução/Monark Talks