21/08/2025
"Até meados da década de 1950, os paulistanos não tinham supermercado na cidade. As compras de alimentos como feijão, farinha e milho eram feitas, a granel, em quitandas, feiras, empórios e uma infinidade de armazéns de secos e molhados que existiam espalhados pela cidade.
Os fregueses entravam nessas chamadas 'vendinhas' e escolhiam o produto que ficava exposto em sacos abertos. Podiam pegar na mão, examinar a qualidade, o cheiro, a textura.
O pedido era feito ao balconista, que pesava e empacotava em sacos de papel os alimentos para o cliente. Quem não tinha dinheiro na hora, pedia para anotar na caderneta".
Foto e texto Internet: Estadão