13/03/2021
Alguns setores da economia foram terrivelmente afetados pela pandemia da COVID-19, especialmente o varejo físico, incluindo os restaurantes, academias e outros estabelecimentos com porta para a rua. Nesse contexto, vislumbramos o alastramento do vírus no Brasil, o que fez com que muitos governantes determinassem novos lockdowns, o que, por consequência, agravou a situação. Incrivelmente, até o momento não foi realizada nenhuma política pública voltada para esses agentes econômicos, lembrando que eles são responsáveis por uma grande parte dos empregos no Brasil e que o fechamento das lojas acarretará na redução dos tributos arrecadados pelo poder público.
O fato é que, essa gama de empresas está totalmente à deriva e enfrentando um cenário de absoluta insegurança. O setor de restaurantes e similares, que não têm qualquer referência para decidir se compram ou não matérias-primas, considerando que rapidamente precisam ser descartadas, quando não utilizadas.A estrutura de custos fixos dos varejistas físicos é formada, principalmente, pelas despesas com a compra dos produtos, tributos, funcionários e o aluguel do ponto comercial, no geral, a folha de pagamento dos salários dos empregados e o de ocupação pela locação do ponto, continuam a incidir normalmente.
A pandemia da COVID-19 é fato imprevisível e extraordinário, bem como foi a causadora da nossa enorme perda.
Pais e filhos se desdobram entre o trabalho e a orientação educacional.
Produtores rurais proibidos de comercializar suas colheitas.
Profissionais da saúde trabalhando até a exaustão, afastados de seus familiares por precaução.
Em pleno Século XXI, há profissionais que estão "brigando" pelo direito de trabalhar.
O que pensar? Como agir? O que fazer?...perguntas e mais perguntas sem respostas. Muita revolta, muitas incertezas que, levarão anos para sanar!