11/03/2026
Na esquina mais boêmia de Belo Horizonte
tem um quê de Rio sem precisar de mar.
Mesa na calçada, conversa solta no vento,
copo suando com chopp, petisco chegando
do jeito que a vida boa gosta de passar.
Aqui a noite encosta o cotovelo na mesa,
ri alto, pede mais uma e f**a.
Porque entre um torresmo perfeito,
um chopp cremoso e outro brinde qualquer,
a cidade parece até sambar devagar.
E quem chega percebe logo:
não é só comida, não é só bar.
É o tipo de esquina que abraça a gente,
com petisco dos deuses
e um atendimento que faz você jurar
que já era de casa antes mesmo de sentar.