Barbazul Pernil, pe de porco, tropeiro, lagarto recheado sao algumas das maravilhas que vai encontrar no melh

20/02/2026

Durante a quaresma, preparamos um cardápio especial para você 🙏✨
Todas as sextas-feiras teremos peixes variados, frescos e cheios de sabor esperando por você.

VEM PRO BARBA!

19/02/2026

O palco do Barba está de cara nova ✨
Nosso cantinho de música e histórias ganhou uma repaginada especial graças aos nossos parceiros da , que reformaram esse espaço por onde já passaram tantos talentos — nossos músicos que fazem a magia acontecer noite após noite. 🎶

Aqui, cada detalhe foi pensado pra continuar sendo cenário de grandes apresentações e momentos inesquecíveis. 🍻💛

28/12/2025

O Barba vai fechar?? 🫣

Informamos que entraremos em recesso para uma pequena reforma. Retornamos às atividades normalmente no dia 05/01. Esperamos vocês! 🖤

✨ Nestes 35 anos atrás do balcão, eu vi de tudo — e aprendi a não me espantar com nada.Sou testemunha. Cúmplice passivo ...
14/11/2025

✨ Nestes 35 anos atrás do balcão, eu vi de tudo — e aprendi a não me espantar com nada.

Sou testemunha. Cúmplice passivo das pequenas tragédias que se repetem entre uma dose e outra. Sei que o balcão é confessionário sem absolvição.

Entendo que o copo é um sacramento precário, e que o freguês volta não pela bebida, mas pela chance de existir de novo — por algumas horas — diante de alguém que escuta sem perguntar, de um silêncio que permite perceber.

Já percebi que há mais verdade num silêncio de seis Brahmas do que em muito discurso de palanque. Aprendi que o botequim consola, adia o desespero e, de alguma forma, mantém o mundo em pé.

Continuo servindo. Porque é o que há. Porque alguém precisa manter tudo funcionando.

Abro as portas todos os dias, mesmo sabendo que o mundo não melhora. Sou observador de naufrágios, guardo histórias que ninguém quer ouvir duas vezes. Reconheço o tipo que chora no balcão, o que mente com sinceridade e o que se gaba da própria ruína.

Lembro dos nomes dos que se foram e dos apelidos dos que fingem estar vivos. Já ouvi de tudo — poesia, lamento e filosofia — tudo misturado com o cheiro do álcool e o peso dos dias.

Dono de bar é cronista sem papel, escrevendo com uma palavra a menos. Menos, sempre menos.

Enquanto o mundo lá fora se desfaz em promessas, eu continuo aqui — limpando o balcão, mantendo acesa uma chama que não é de fé, mas de costume.
Porque alguém precisa manter tudo funcionando. 🍻

❤️

✨ Nestes 35 anos atrás do balcão, eu vi de tudo — e aprendi a não me espantar com nada.Sou testemunha. Cúmplice passivo ...
14/11/2025

✨ Nestes 35 anos atrás do balcão, eu vi de tudo — e aprendi a não me espantar com nada.

Sou testemunha. Cúmplice passivo das pequenas tragédias que se repetem entre uma dose e outra. Sei que o balcão é confessionário sem absolvição.

Entendo que o copo é um sacramento precário, e que o freguês volta não pela bebida, mas pela chance de existir de novo — por algumas horas — diante de alguém que escuta sem perguntar, de um silêncio que permite perceber.

Já percebi que há mais verdade num silêncio de seis Brahmas do que em muito discurso de palanque. Aprendi que o botequim consola, adia o desespero e, de alguma forma, mantém o mundo em pé.

Continuo servindo. Porque é o que há. Porque alguém precisa manter tudo funcionando.

Abro as portas todos os dias, mesmo sabendo que o mundo não melhora. Sou observador de naufrágios, guardo histórias que ninguém quer ouvir duas vezes. Reconheço o tipo que chora no balcão, o que mente com sinceridade e o que se gaba da própria ruína.

Lembro dos nomes dos que se foram e dos apelidos dos que fingem estar vivos. Já ouvi de tudo — poesia, lamento e filosofia — tudo misturado com o cheiro do álcool e o peso dos dias.

Dono de bar é cronista sem papel, escrevendo com uma palavra a menos. Menos, sempre menos.

Enquanto o mundo lá fora se desfaz em promessas, eu continuo aqui — limpando o balcão, mantendo acesa uma chama que não é de fé, mas de costume.
Porque alguém precisa manter tudo funcionando. 🍻

03/11/2025

GIRASSÓIS NO CÉU AZUL
Nil Lus

Um anjo riscou de giz o céu nesta madrugada de domingo
Foi como se estrelas soubessem o que na lua estava escrito
Um rastro azul de um trem que partiria em celeste destino
Deixando ecos de violão dependurados no varal do infinito
E silenciosas canções pousadas nas asas de um passarinho

Os quintais de Minas amanheceram como olhos lacrimejados em neblina
As paisagens das janelas se abriram assim: meio orvalhadas, meio tímidas
E os Girassóis da Cor do Seu Cabelo se curvaram bem, bem devagarinho
Enquanto, ao longe, sons inaudíveis tocavam pelas colinas invisíveis sinos

Eu ouvia suas melodias bordadas ao Vento de Maio ecoando pelo caminho
Querendo varrer lembranças e levar segredos para as montanhas de Minas
Mas eu sei que o tempo há de contar histórias lindas que sua música ensina
Entre becos e bares, entre tanta gente e sonhos do nosso Clube da Esquina

Endereço

Avenida Getúlio Vargas 216/Funcionários
Belo Horizonte, MG
30112020

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 00:00
Terça-feira 08:00 - 00:00
Quarta-feira 08:00 - 00:00
Quinta-feira 08:00 - 00:00
Sexta-feira 17:00 - 23:59
Sábado 10:00 - 00:00

Telefone

+553125353527

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