Ispetim Du Janjão

Ispetim Du Janjão espetinhos,e ou caldos, cerveja e prosa.

18/08/2013

"A arte de viver, não distingue o trabalho do lazer, a mente do corpo, a educação da recreação. É simplesmente uma atitude, deixando aos outros decidirem se estamos trabalhando ou nos divertindo."

20/06/2013

Boa noite
Amanha ispetim du janjao,com deliciosos espetos,cerveja gelada,uma boa Carta de Vinhos,e tbem aquele Caldo Feijao,especial,feito fogao a lenhas.

03/03/2013

Temos piores na PÁGINA INICIAL, Clique Aqui e Veja !
Beber cerveja engorda ? (Dieta do engenheiro)
Categoria(s): Dos Contribuintes Por: Cretino
[Macumba Virtual]

Pelas leis da termodinâmica, todos nós sabemos que uma caloria é a energia necessária para aquecer 1g de água de 21,5° a 22,5°C.

Não é necessário ser nenhum gênio para calcular que, se o ser humano beber um copo de água gelada (200ml ou 200g), aproximadamente a 0°C, necessita de 200 calorias para aquecer em 1°C esta água. Para haver o equilíbrio térmico com a temperatura corporal, são necessárias então
aproximadamente 7400 calorias para que estes 200g de água alcancem os 37° C da temperatura corporal (200 g X 37°C). E, para manter esta temperatura, o corpo usa a única fonte de energia disponível: a gordura corporal. Ou seja, ele precisa queimar gorduras para manter a temperatura corporal estável.

A termodinâmica não nos deixa mentir sobre esta dedução. Assim, se uma pessoa beber um copo grande (aproximadamente 400 ml, na temperatura de 0°C) de cerveja, ela perde proximadamente 14.800 calorias (400g x 37°C).

Agora, não vamos esquecer de descontar as calorias da cerveja, aproximadamente 800 calorias para 400 g. Passando a régua, tem-se que uma pessoa perde aproximadamente 14.000 calorias com a ingestão de um copo de cerveja gelado. Obviamente quanto mais gelada for a cerveja
maior será a perda destas calorias. Como deve estar claro a todos, isto é muito mais efetivo do que, por exemplo, andar de bicicleta ou correr, nos quais são queimadas apenas 1000 calorias por hora.

Amigos, emagrecer é muito simples, basta beber cerveja bem gelada, em grandes quantidades e deixarmos a termodinâmica cuidar do resto.

Saúde a todos!!! Já pro boteco…. malhar!!

13/01/2013

Excesso de expectativa é o caminho mais curto para a frustração.

02/01/2013

Estudo diz que alguns quilos a mais podem aumentar tempo de vida
61

AFP Em Washington
02/01/201315h44

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Getty Images
Pequenos excessos de tecido adiposo poderiam fornecer reservas de energia para certas doenças

Pequenos excessos de tecido adiposo poderiam fornecer reservas de energia para certas doenças

Pessoas com excesso de peso e obesos moderados vivem um pouco mais do que aquelas com peso normal, enquanto a obesidade mais elevada aumenta signif**ativamente o risco de morte, de acordo com uma análise de quase uma centena de estudos em todo o mundo publicada no Journal of the Medical American Association (Jama).

Este estudo sugere várias hipóteses para explicar este paradoxo, como os efeitos benéficos de maiores reservas de energia no corpo ou o fato de que as pessoas obesas procuram mais tratamento médico.

A análise publicada pelo Jama é uma síntese de 97 estudos abrangendo 3 milhões de pessoas em todo o mundo.

Os pesquisadores determinaram que os indivíduos cujo índice de massa corporal (IMC, peso dividido pela altura ao quadrado) está entre 25 e 30, considerados obesos, têm um risco de morte 6% menor do que os de peso normal, com um IMC de 18,5 a 25.

Para aqueles que sofrem de obesidade moderada, definida com um IMC de 30 a 35, o risco de mortalidade é 5% menor em comparação com pessoas de peso normal.

Mas para os obesos com IMC maior que 35, o risco de mortalidade aumenta em 29% em comparação com indivíduos normais.

Katherine Flegal, dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que liderou a pesquisa, já havia publicado um estudo controverso, em 2005, indicando uma ligação entre o excesso de peso e a maior longevidade.

Desta vez, a análise se concentra em um número muito maior de dados (2,88 milhões de pessoas e mais de 270.000 mortes) em vários países da América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul.

"Pequenos excessos de tecido adiposo poderiam fornecer reservas de energia para certas doenças (...) e poderia trazer outros efeitos benéficos que devem ser considerados à luz desta última pesquisa", escreveram em um editorial também publicado no Jama, os especialistas Steven Heymsfield e William Cefalu do Pennington Biomedical Research Center, em Baton Rouge, Louisiana (sul).

Para Thomas Frieden, diretor dos CDC, "ainda resta aprender que a obesidade é a melhor maneira de medir isso".

No entanto, ele insistiu, em um comunicado, que "não há dúvida de que ser obeso não é saudável, pois aumenta o risco de diabetes adulta, doenças do coração, câncer e muitos outros problemas de saúde".

De acordo com as estatísticas do CDC, um terço dos adultos são considerados obesos nos Estados Unidos.

29/12/2012

Cerveja x Barriga... o mito
Há pouco tempo ficou comprovado que as massas não engordam. Agora, acaba de cair outro mito da nutrição: a cerveja não aumenta o perímetro do abdômen. Segundo pesquisadores de Reino Unido, República Checa e Espanha, não há razões para culpar a popular bebida pelo aumento do tamanho da barriga.

Há poucos meses ficou demonstrado cientif**amente que a afirmação "as massas engordam e não alimentam" é equivocada. Durante anos, a popular comida italiana foi erroneamente apontada como um alimento calórico, enquanto seus benefícios nutricionais foram esquecidos.

Porém, agora se sabe que a obesidade é causada pelo consumo excessivo de gorduras e não de carboidratos, o principal nutriente das massas, cujo consumo entre quatro ou cinco vezes por semana é até recomendado por especialistas.

Agora está sendo derrubado outro dos grandes falsos mitos da nutrição, com a comprovação de que, se existe um responsável pelo aumento da barriga, este não é a cerveja, que é pouco calórica em relação a outras bebidas alcoólicas.
O fato de a cerveja gerar aquela barriguinha é um mito infundado, segundo recentes estudos científicos.

Cerveja com moderação, não engorda
Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido e da República Checa fez um estudo, para o qual entrevistaram um grupo de checos, considerados os maiores consumidores de cerveja do mundo, não encontrando nenhuma relação científ**a entre a quantidade de cerveja consumida e as dimensões da barriga.

O especialista Martin Bobak, da University College de Londres, e seus colegas do instituto de Medicina Experimental e Clínica de Praga entrevistaram 891 homens checos e 1.098 mulheres, com idades entre 25 e 64 anos.

Entre os selecionados havia alguns que tomavam cerveja ocasionalmente, outros que não tomavam e poucos que bebiam em abundância. Todos passaram por um exame médico e tiveram aferidos a cintura e o peso, para que fosse calculado o índice de obesidade.

"Se existe o vínculo entre a cerveja e a obesidade, é muito frágil", concluíram os pesquisadores, desmentindo a crença comum segundo a qual a obesidade está relacionada com o consumo de cerveja em grandes quantidades.

"É comum achar que os que tomam cerveja são mais obesos que os que não bebem ou tomam vinho, mas não é verdade", afirmam os pesquisadores.

No entanto, Nigel Denby, da Associação Britânica de Nutrição, pediu aos amantes da cerveja que não se aproveitem do estudo para correr aos bares. "Se quiserem beber, devem fazer isso sempre com moderação", acrescentou o especialista.

A queda do mito da "barriga de cerveja" se vê reforçado por outro estudo de especialistas espanhóis, segundo o qual o consumo moderado de cerveja não altera o peso nem a massa corporal.

A especialista Ascensión Marcos, do Departamento de Metabolismo e Nutrição do Conselho Superior de Pesquisas Científ**as espanhol, ressalta que "a cerveja é uma bebida composta por quatro ingredientes naturais, que contém muito pouco álcool, nada de gordura e 45 calorias por cada 100 mililitros ingeridos".

Segundo a pesquisadora, o problema do sobrepeso é a quantidade de calorias ingeridas: "As recomendações dietéticas asseguram que o consumo de 2000 calorias para as mulheres e de 2500 para os homens está dentro da normalidade, por isso, uma cerveja ao dia equivaleria a 3,5 por cento da ingestão calórica diária recomendada".

Barriga é uma predisposição genética
Muitas pesquisas confirmam que o consumo moderado de cerveja não altera a massa corporal nem o peso. Além disso, se descobriu que a barriga é causada por uma predisposição genética que favorece a acumulação de gorduras ao redor do abdômen.

Aqueles que carregam esta predisposição tendem a desenvolver gorduras abdominais, embora nem todos cheguem a engordar se seguirem uma dieta equilibrada e realizarem exercícios.

Segundo a especialista espanhola, o aporte calórico da cerveja é similar ao de bebidas refrescantes à base de cola ou sucos de fruta. Além disso, é muito inferior à de outras bebidas alcoólicas, como as 312 calorias do anis, as 244 do uísque ou as 60-80 do vinho de mesa.

"De qualquer maneira, a cerveja sempre deve ser consumida com moderação, ao passo que o princípio de uma alimentação saudável e equilibrada, que aporte todos os nutrientes necessários para satisfazer as necessidades metabólicas, deve ser respeitado", destaca Marcos.

Gerard Vachonfrance, psiquiatra francês especializado em alcoolismo e chefe de Atendimento do Hospital Gilbert Raby de Paris diverge da linha da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo a qual nenhuma quantidade de álcool é recomendável, por mínima que seja: "Beber moderadamente contribui para uma menor freqüência de problemas cognitivos relacionados à idade. Além disso, pode diminuir o risco de doenças senis, como o mal de Alzheimer".

"O consumo moderado de cerveja, de dois copos diários para a mulher e de quatro copos diários para o homem, tem efeitos benéficos sobre o equilíbrio psicológico e emocional, além de um papel preventivo contra diversos transtornos que todos sofremos em alguma medida ou momento, como a depressão leve ou as fobias", destaca.

Psicologia de botequim
Segundo este psiquiatra, um consumo moderado de cerveja tem um certo papel preventivo, ao evitar o agravamento de alguns estados neuróticos, como a ansiedade, a inibição e a tristeza, podendo ainda ser um fator de equilíbrio na vida de uma pessoa.

A cerveja não só faz parte da cultura de muitos povos, como fomenta as relações sociais e o contato entre as pessoas: "Dividir uma cerveja é compartilhar um bate-papo e o calor humano. Um copo desta bebida permite exercitar o pensamento, expandir a consciência, chegar aos outros, em suma, empatizar".

Altos e baixos no humor, dificuldades para acordar, solidão, visão pessimista do futuro, inquietação, falta de sentido na vida, medo, desmotivação, sensação de ter um peso na alma que nos impede de falar, atuar e nos relacionar. Segundo Vachonfrance, estas sensações que todos temos em algum momento podem desaparecer com "um copinho de cerveja", evitando que progridam e se agravem até se tornarem um transtorno severo, que possa requerer tratamento profissional.

Em seus 35 anos de experiência em contato com o consumo de álcool e com pessoas de todo tipo de profissão, o psiquiatra francês ouviu muitas vezes que "um copo de cerveja ajuda as pessoas a viver", com o que ele concorda, sempre e quando seu consumo for moderado e não se tornar excessivo.

Isto deve ser entendido como uma garantia de saúde para os que já apreciam a cerveja, mas nunca como um convite ao consumo para os que não são fãs desta bebida.

29/12/2012

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Cerveja Emagrece?

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Cerveja Emagrece?

Após a divulgação da pesquisa de cientistas da Universidade de Granada e do Conselho Superior de Investigações Científ**as da Espanha, em que os acompanharam 1.249 voluntários com mais de 57 anos, detectou-se que havia pessoas que tinham uma dieta balanceada e bebia cerveja moderadamente e até emagreciam. Veja mais:

Pois bem, a pesquisa resumiu que a questão de engordar ou emagrecer estava mais ligada ao que estava nos pratos dos pacientes do que com o tamanho do copo de cerveja!

A bebida feita da cevada tem lá seus benefícios — ela, por exemplo, possui cálcio, um mineral conhecido por combater a obesidade. Também, a famosa gelada ainda está associada a um menor risco de desenvolver diabete e pressão alta. A cerveja, portanto, é uma alidada do sistema cardiovascular.

Porém, o que é beber “com moderação?”. Segundo a pesquisa espanhola, um copo por dia já é mais do que suficiente. E isolada, ou seja, não vale acrescentar aqueles aperitivos engordativos, bem conhecidos nas mesas de bar.

Difícil? Talvez. Mas é muito mais fácil do que perder as gordurinhas adquiridas pelas fritas ou refrigerantes.

O grupo de cientistas liberou o consumo de cerveja para atletas. Os pesquisadores recrutaram 16 homens saudáveis, com idade entre 20 e 30 anos. Todos praticavam atividade física e tinham o corpo em dia. Eles foram colocados para correr em esteira durante 60 minutos a uma temperatura ambiente de 35 °C, com um intervalo de três semanas entre cada uma delas. Um grupo matou a sede com água e outro basicamente com 1 garrafa de 660 mililitros de cerveja.

A cerveja foi foi capaz de restabelecer as perdas hídricas de maneira tão eficiente quanto a água e sem nenhum prejuízo aparente. Em outras palavras, a cerveja pode ser usada para hidratar o corpo após a atividade física. “Uma lata de 356 mililitros contém 326 de água”, justif**a Antonio Carlos L. Campos, professor de nutrição da Universidade Federal do Paraná.

Há, contudo, profissionais médicos que são contra o uso da cerveja para hidratação. É o caso de José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva. “Ela não traz nenhum benefício para atletas ou praticantes de atividade física”, já que “Para exercícios com duração acima de uma hora, é importante a reposição de água, carboidratos e eletrólitos, substâncias encontradas em bebidas isotônicas.”

A cerveja tem considerável atributo nutricional porque o lúpulo e o malte, ingredientes da fórmula dessa preferência nacional, contêm doses generosas de folato. Entretanto, o álcool poderia dificultar a absorção da vitamina, não se sabe o quanto.

Cerveja X Dieta

Apesar de ninguém considerar um pecado muito grande a cervejinha do final de semana, as bebidas alcoólicas podem ser a culpada por não funcionar sua dieta:

O álcool têm quase o dobro de calorias que proteínas e carboidratos!
O álcool não traz sensação de saciedade. É fácil não contar o quanto de cervejinha tomamos!
Álcool (em excesso) pode prejudicar estômago, rins e fígado! A digestão do álcool irrita as paredes do estomâgo e então diminui a eficiência da digestão, o que acaba por diminuir o metabolismo e a perda de peso. O fígado é afetado e ele é fundamental para o processo de emagrecimento.
O álcool interfere nas taxas de testosterona! (prejudicando o aumento do consumo energético)
Álcool aumenta o apetite! Pesquisas no Canadá e na Dinamarca comprovaram que as pessoas que ingerem bebidas alcóolicas antes ou durante as refeições tendem a comer mais que as outras.

Dicas para quem não quer Largar o Álcool:

Opte por bebidas menos calóricas e mais saudáveis, como o vinho, por exemplo.
Evite drinks elaborados (com leite condensado, creme de leite, etc). Como são mais docinhos, é mais fácil perder o controle e eles são bombas calóricas!
Opte por acompanhamentos saudáveis: queijo minas, picles, frios light.
Ao beber cerveja, intercale com água e refrigerantes zero (para beber menos).

Dá para Emagrecer Bebendo?>

Um dos homens mais famosos no emagrecimento, Dr Atkins (ver a Dieta do Dr. Atkins) esclarece que “Existe um grande problema nas bebidas alcóolicas, que me leva a desaconselhar seu consumo. Álcool será o primeiro combustível usado para gerar energia. Enquanto ele estiver no organismo, seu corpo não queimará gordura. O álcool não impede a perda de peso, mas atrasa o processo.”.

Portanto, se você ainda insiste em manter o hábito da cervejinha, tente adaptar-se a hábitos saudáveis como beber menos e nunca combinar a bebida com os acompanhamentos calóricos!

05/12/2012

Ok, você sempre ouviu por aí as mais variadas histórias sobre cerveja, certo? Cerveja dá barriga. Cerveja é diurética. Cerveja faz bem. Cerveja faz mal. Cerveja vicia...

Mas e aí, beber cerveja faz bem ou mal à saúde?

Assim como todos os
alimentos, os cientistas ainda estudam os efeitos benéficos ou maléficos que a cerveja produz no organismo. Mas de uma coisa todos já têm certeza: Assim como todos os alimentos, o consumo da cerveja deve ser MODERADO.

Os efeitos do álcool sobre a saúde dependem fortemente da quantidade consumida e de outros fatores como s**o, peso corporal, alimentação e predisposição genética. O abuso do álcool aumenta a mortalidade por causar doenças no fígado, câncer e doenças cardiovasculares. Essa é a parte ruim da coisa...

A literatura mais recente, entretanto, indica que o consumo moderado de álcool está associado a uma redução total do risco de mortalidade. De acordo com as novas pesquisas, o baixo índice glicêmico e as propriedades fitoestrogênicas da cevada e lúpulo usados na produção da cerveja são elementos que promovem uma dieta equilibrada e previnem a ocorrência de doenças cardiovasculares.

Recentemente dados foram publicados sobre os potenciais efeitos protetores dos antioxidantes do vinho. Foi também descoberto que a cerveja, vinho e destilados diferem muito no seu conteúdo antioxidante, mas o consumo destas bebidas não leva a diferentes capacidades antioxidantes no soro humano. Novos números, entretanto, sugerem que o consumo moderado de cada tipo dessas bebidas alcoólicas aumentam semelhantemente a capacidade antioxidativa no soro humano. estas descobertas elucidam a contribuição do consumo moderado de álcool para um estilo de vida saudável.

Mas dá barriga? Dá. Assim como quase todos os outros alimentos, uns menos, outros mais. Um copo (300ml) de uma cerveja do tipo Pilsen, por exemplo, possui cerca de 300 calorias. As cervejas mais encorpadas, sobretudo as Ales, têm ainda mais calorias por mililitro.

Portanto, a palavra de ordem, como tudo na vida, é MODERAÇÃO. O Consumo regular e moderado de cerveja pode tornar-se um estilo saudável de vida, juntamente com uma alimentação equilibrada e exercícios físicos.

05/12/2012

A cerveja é uma "mocinha" na alimentação. Ela é rica em ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio
Por Roberta Tavares às 17:47 de 16/11/2012 - Atualizada às 11:11 | 3 Comments e 19 Reactions
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Na hora de escolher uma dieta para perder aqueles quilinhos indesejados, não há quem não saiba a relação clássica de ingredientes que devem conter nas refeições. “Verdura faz bem”; “carne magra também”; “Não esqueça as frutas”. São algumas das frases ditas diariamente para quem está fazendo regime.

Nessa lista há quem inclua diversos itens que ganharam status de “saudáveis” nos últimos anos, como as barrinhas de cereais e o queijo branco. No entanto, esses dois são exemplos de falsos mocinhos, ou seja, alimentos que têm a fama de naturais, mas possuem o seu lado negativo e não podem ser consumidos frequentemente. Ao mesmo tempo, muita gente corta totalmente a cerveja. Poucos sabem que a bebida atua na proteção contra doenças do coração. Ou seja, temos aí um exemplo de falso vilão.

Diet e light

Alimentos diet e light são recomendados apenas para as pessoas que sofrem com diabetes ou pressão alta, de acordo com a nutricionista Sandra Aragão. Os produtos light sofrem redução em 25% de algum nutriente da sua composição, mas acabam tendo algum outro duplicado ou acrescentado. “Você pode até consumir, contanto que não seja excesso”, conta.

Os produtos diet são desenvolvidos para públicos que não podem ingerir determinado tipo de ingrediente. “O açúcar é retirado totalmente, mas pode aumentar outro ingrediente. Para quem não tem diabetes, o chocolate diet é um vilão, porque ele não tem açúcar, mas é rico em gordura”, explica Aragão.
Alimentação: mocinhos e vilões da dieta

Vai uma cervejinha aê? (ARTE: Luana Araújo)

Mocinhos em questão

Por incrível que pareça, a cerveja é uma “mocinha” na alimentação. Uma caneca da bebida por dia (500 ml) é capaz de proteger o coração, em variedades de cerveja com teor alcoólico de 5%. Além disso, ela é rica em ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio – nutrientes que protegem o sistema cardiovascular. “Tanto a cerveja como o vinho podem ter efeitos positivos ao coração, desde que sejam consumidos sem excessos”, alerta.

O ovo, que há muito tempo foi vilão, possui alto valor biológico para as células, se equiparando à carne do frango e à do peixe no que diz respeito à quantidade de proteínas. Segundo Aragão, “o alimento é rico em colina, substância que ajuda na transmissão dos impulsos nervosos e protege o organismo contra as doenças cardiovasculares”.

A buchada de bode, que muitos se contorcem só em pensar, também faz bem ao organismo. O chocolate amargo previne o envelhecimento precoce e os problemas cardiovasculares. A sardinha em conserva pode ser consumida com frequência, porque possui baixa caloria.

Vilões da alimentação

De acordo com a nutricionista, existem muitos alimentos vilões na alimentação do dia a dia. O camarão é rico em colesterol. “Ele pode causar problemas cardiovasculares, resultando no infarto”, conta. A linguiça de frango é rica em sódio e pode gerar problemas de hipertensão.

A gostosa pipoca, quando adicionados sal e manteiga, possui alto teor de sódio. “Ela já é calórica, se você ainda colocar esses dois ingredientes, aí que f**a mesmo”, explica Aragão. A água de coco também faz mal, isso porque contém frutose e gorduras saturadas em grandes quantidades, o que não apenas engorda, mas representa risco para o organismo como um todo. Pessoas diabéticas e hipertensas devem f**ar alertas com a quantidade ingerida.

E para quem não sabe: o suco de laranja e o açaí são ricos em calorias. “Para você fazer um suco, tem que usar três laranjas. Isso aumenta demais a quantidade de caloria no corpo. A não ser que você beba e, em seguida, vá praticar atividade física”.

Vício de dr**as?

Segundo a nutricionista, algumas pessoas acabam se viciando em determinados alimentos devido ao hábito do organismo. “Refrigerante é o grande exemplo. Nós tomamos a bebida com frequência, mesmo sabendo que um copo representa 16 colheres de açúcar, mas a gente nem sente”.

“Alimentos muito doces te dão a sensação de querer sempre mais e acabam se tornando verdadeiras dr**as alimentares. Então é bom ter cuidado”, finaliza.

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Tags: alimentação saudável, cerveja, laranja, lista, nutricionista

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