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FÉ E DEVOÇÃO MARCAM CELEBRAÇÃO EM HONRA A NOSSA SENHORA AUXILIADORAA comunidade da Paróquia de Nossa Senhora das Graças ...
26/05/2026

FÉ E DEVOÇÃO MARCAM CELEBRAÇÃO EM HONRA A NOSSA SENHORA AUXILIADORA

A comunidade da Paróquia de Nossa Senhora das Graças viveu momentos de fé, oração e união no último dia 23 de maio, durante a procissão e a Santa Missa em honra a Nossa Senhora Auxiliadora. Fiéis participaram da celebração demonstrando devoção e renovando a confiança na intercessão daquela que é considerada a Auxiliadora dos Cristãos.

A procissão reuniu famílias, jovens, crianças e idosos em um percurso marcado por cantos religiosos, orações e demonstrações de carinho à Mãe de Jesus. Logo após, a Santa Missa reforçou a importância da fé e da esperança no cotidiano dos cristãos.

Segundo integrantes da comunidade católica, a celebração foi um momento especial para fortalecer a espiritualidade e recordar a presença de Maria na caminhada dos fiéis. Durante a cerimônia, também foi destacada a missão de Nossa Senhora como exemplo de amor, humildade e acolhimento.

Nossa Senhora Auxiliadora é um dos títulos dedicados à Virgem Maria dentro da Igreja Católica. A devoção ganhou força especialmente através de São João Bosco, fundador da congregação salesiana, que propagou a fé em Maria como protetora e auxílio dos cristãos diante das dificuldades da vida. O título simboliza a crença de que Maria intercede junto a Jesus em favor da humanidade, oferecendo amparo espiritual, proteção e conforto aos fiéis.

A celebração na Paróquia de Nossa Senhora das Graças reforçou a tradição religiosa da comunidade e emocionou os participantes, que viveram uma noite marcada pela união e pela devoção mariana.

EXPOAGRO TERÁ QUATRO DIAS DE SHOWS COM PORTÕES ABERTOSA Prefeitura de Andradina oficializou a realização da Expoagro 202...
11/05/2026

EXPOAGRO TERÁ QUATRO DIAS DE SHOWS COM PORTÕES ABERTOS

A Prefeitura de Andradina oficializou a realização da Expoagro 2026, confirmando o evento como a principal atração das celebrações do 89º aniversário da cidade. Em um movimento para fortalecer o turismo e a economia local, a festividade deste ano teve sua duração dobrada: serão quatro dias de evento, ocorrendo de 08 a 11 de julho, com encerramento programado para o sábado, dia oficial do aniversário do município.

O evento, que será realizado no Recinto de Exposições, marca o resgate das grandes feiras agropecuárias na região, valorizando a identidade rural da "Terra do Rei do Gado" e integrando entretenimento de alto nível com oportunidades de negócios para o setor produtivo.

Atrações confirmadas
Dia 8: Loubet
Dia 9: Luiza Martins
Dia 10: Kamisa 10 (K10)
Dia 11: Hugo Henrique

Tradição e Negócios
Além da grade de shows, a Expoagro inclui atividades tradicionais do universo country e provas equestres que atraem competidores de todo o estado com destaque para a Prova do Tambor e o Ranch Sorting, que exigem habilidade e agilidade de cavalos e cavaleiros.

O recinto funcionará como uma vitrine de negócios, com exposição de produtos, serviços e animais, funcionando como um workshop a céu aberto para produtores locais.

O público poderá desfrutar de uma praça de alimentação voltada à culinária típica, celebrando as raízes da cultura caipira.

Chamamento
A Prefeitura de Andradina abriu o chamamento público para cadastramento de Food Trucks e expositores interessados em participar da II EXPOAGRO 2026.

O cadastramento para os proprietários de Food Trucks será realizado entre os dias 18 de maio e 5 de junho de 2026. Os comerciantes poderão se inscrever por e-mail, pelo endereço [email protected], pelo WhatsApp (18) 3702-1000 ou presencialmente no setor de atendimento da Prefeitura.

Segundo as regras da organização, será proibida a utilização de materiais de vidro no espaço do evento, visando garantir maior segurança ao público. Os participantes também deverão cumprir todas as normas sanitárias e de segurança exigidas. A Prefeitura ressalta que o cadastramento não garante automaticamente a participação, já que todos os pedidos passarão por análise e aprovação da comissão organizadora.

A II EXPOAGRO também contará com espaço destinado à exposição e comercialização de produtos ligados à área rural, além de área especial para exposição de animais, incluindo gados e outras espécies de interesse agropecuário. O objetivo é valorizar o trabalho do homem e da mulher do campo e incentivar o desenvolvimento econômico do setor.

Para os expositores da área agropecuária, o período de inscrição será de 18 de maio até 20 de junho de 2026. Os interessados poderão entrar em contato pelo WhatsApp (18) 99693-3650 ou pelo e-mail [email protected].

A organização informa ainda que os expositores deverão seguir todas as normas de organização, segurança e bem-estar animal estabelecidas pela comissão responsável pelo evento. Assim como ocorre com os Food Trucks, o cadastramento estará sujeito à análise e aprovação da organização da II EXPOAGRO 2026.

JORNALISMO DE TABLOIDE.LEIGO OU MAU INTENCIONADO?O jornalismo nasceu da necessidade de informar com responsabilidade. Nã...
08/05/2026

JORNALISMO DE TABLOIDE.
LEIGO OU MAU INTENCIONADO?

O jornalismo nasceu da necessidade de informar com responsabilidade. Não se trata apenas de relatar acontecimentos, mas de traduzir os fatos com critério, honestidade e compromisso público. Em tempos de velocidade extrema e disputas por audiência, no entanto, parte da imprensa parece ter abandonado a essência da profissão para mergulhar em um território onde vale mais o impacto do que a verdade.

O chamado “jornalismo de tabloide” não é apenas aquele que exagera manchetes ou aposta no sensacionalismo. Ele se caracteriza, sobretudo, pela ausência de responsabilidade na apuração, pelo julgamento precipitado e pela disposição de transformar pessoas em alvos descartáveis para alimentar cliques, engajamento ou interesses obscuros. É um jornalismo que muitas vezes se esconde atrás da desculpa do erro, da interpretação equivocada ou da pressa. Mas há profissões em que o erro não pode ser tratado como banalidade, e o jornalismo é uma delas.

O jornalista não pode alegar ignorância sobre aquilo que assina. Não pode se declarar leigo diante do próprio texto. Na missão de informar, está pressuposto o dever de conhecer os fatos, ouvir versões, compreender contextos e medir as consequências do que será publicado. Quando isso não acontece, deixa de existir jornalismo e passa a existir irresponsabilidade.

Mais grave ainda é quando a distorção dos fatos ocorre de maneira intencional. Nesse caso, o profissional deixa de servir à sociedade para servir a interesses particulares, paixões pessoais ou conveniências momentâneas. O dano causado não é apenas individual. A mentira publicada corrói a confiança coletiva, destrói reputações e enfraquece um dos pilares mais importantes da democracia: a credibilidade da informação.

É lamentável assistir à degradação de marcas profissão construída com décadas de dedicação, coragem e sacrifício. Marcas que hoje são menos dadas ao comportamento permissivo.

A imprensa que enfrentou censura, perseguições e ameaças para garantir o direito à informação hoje, em alguns setores, parece se render ao imediatismo e ao espetáculo barato. Reputações são atiradas ao fogo sem o menor cuidado, enquanto a prudência e a ética são substituídas pela conveniência editorial.

Existe ainda um elemento silencioso nessa crise: a precarização das redações. Onde falta o pão, muitas vezes falta também estrutura, tempo e independência. A escassez econômica cria ambientes vulneráveis, onde a pressão por resultados rápidos empurra profissionais para práticas superficiais ou irresponsáveis. E, nesse cenário, a verdade costuma ser a primeira vítima.

Mas essa não é exatamente uma novidade. A história mostra que o jornalismo sempre conviveu com disputas entre ética e interesse, informação e manipulação. A diferença é que, hoje, os danos se espalham em segundos, amplif**ados pelas redes sociais e pela lógica da viralização.

Ainda assim, permanece indispensável defender o jornalismo sério. O jornalismo que investiga antes de acusar, que confirma antes de publicar e que entende que informar é um ato de responsabilidade pública. Porque quando a imprensa abandona a verdade, não destrói apenas reputações individuais destrói também a confiança da sociedade na própria informação.

E sem confiança, hoje menos ainda, não existe jornalismo. Existe apenas barulho. E Barulho não é informação!
HUGO LEONARDO Ver menos

HOJE MAIS MENTIU SOBRE PREÇO DE NOVOS SEMÁFOROSO site de notícias “Hoje Mais Andradina” mentiu sobre valores utilizados ...
06/05/2026

HOJE MAIS MENTIU SOBRE PREÇO DE NOVOS SEMÁFOROS

O site de notícias “Hoje Mais Andradina” mentiu sobre valores utilizados para a implantação de novos semáforos na Avenida Guanabara. Em matéria assinada pela proprietária do site, Flávia Gomes, e pelo Jornalista Marcos Aurélio, sob título “Semáforos de quase R$ 2 milhões na Guanabara licitados pela Prefeitura custariam, na verdade, menos de R$ 320 mil” deliberadamente, como forma de distorcer os fatos, o site Hoje Mais afirmou que o valor da Implantação dos semáforos foi de R$ 2 milhões o que não representa a verdade.

A princípio a reportagem nunca procurou a administração pública pelos seus canais oficiais e nem ao menos por vias informais para levantar a informação correta. Na verdade o valor de R$ 2 milhões refere-se ao valor de uma ata de registro de preços, com valor real de R$ 1.998.990,00 (um milhão, novecentos e noventa e oito mil, novecentos e noventa Reais) que é um dispositivo legal usado para compras na prefeitura. A Ata é como uma "lista de compras pré-aprovada" ou um "catálogo" de preços com validade de até 1 ano, podendo ser renovado por mais 1. Ela registra qual empresa ganhou, o preço que ela ofereceu e a qualidade do produto a ser oferecido. Isso não representa que o valor foi gasto, apenas que ele está previsto e pode ou não ser utilizado.

“Imagine que a prefeitura precisa comprar materiais de escritório (papel, caneta, grampeador) ao longo de todo o ano, mas não sabe exatamente quando vai precisar ou quanto vai gastar de cada vez. Para não ter que fazer uma nova licitação (concorrência pública) toda semana, ela usa a Ata de Registro de Preços (ARP)”, explicou o Diretor de Planejamento e Aquisições e Contratações da Prefeitura, Ricardo Teixeira.

Valor Correto
A informação não passada na matéria é que cada conjunto de semáforos custou aos cofres públicos uma média de R$ 139.125,38 (cento e trinta e nove mil, cento e vinte cinco Reais e trinta e oito centavos). Já que cada um dos cruzamentos possui 4 semáforos, esse é um dos valores mais baratos do país.

Os semáforos foram instalados nos cruzamentos com as ruas Humberto de Campos, Aquidauana, Iguassu e Minas Gerais. Outros dois estão previstos para os cruzamentos com a Avenida Bandeirantes e Avenida Barão do Rio Branco.

Os semáforos antigos, que foram retirados da avenida estão sendo reformados e revisados pela Secretaria de Obras para serem instalados em cruzamentos que hoje não possuem o serviço.

Sobre o valor sugerido na matéria, mediante a supostos orçamentos de “sistemas semelhantes” a Prefeitura considera mera especulação, já que o, setor de licitação manifesta que usa critérios técnicos e legais que permitem que empresas de todo o país participem dos processos e que tais preços especulados não foram registrados.

CAMPANHA SOLIDÁRIA ARRECADA FUNDOS PARA TRATAMENTO DE JOSÉ DIAS, O "XERIFE"HUGO LEONARDOAndradinaA comunidade de Andradi...
30/04/2026

CAMPANHA SOLIDÁRIA ARRECADA FUNDOS PARA TRATAMENTO DE JOSÉ DIAS, O "XERIFE"

HUGO LEONARDO
Andradina

A comunidade de Andradina e região, especialmente os entusiastas do rock e do motociclismo, uniu forças em uma corrente de solidariedade para apoiar José Dias, popularmente conhecido como "Xerife". Figura icônica da cena cultural local, ele esteve por anos à frente do Xerife Rock Bar, ponto de encontro tradicional para amantes do gênero e motociclistas.

No último dia 20 de abril de 2026, José Dias sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que resultou na paralisia de todo o seu lado esquerdo, afetando inclusive a fala. Aos 73 anos, o "Xerife" enfrenta agora um delicado processo de recuperação que exige cuidados especiais e equipamentos de alto custo.

A família e amigos próximos lançaram uma campanha para arrecadar o valor aproximado de R$ 4.500,00. O montante será destinado à compra de uma cadeira de transferência motorizada e outros produtos hospitalares essenciais.

Segundo os organizadores da campanha, o equipamento é fundamental não apenas para o conforto de José, mas para garantir dignidade e segurança tanto para ele quanto para quem realiza os cuidados diários. Atualmente, a situação financeira do aposentado, que recebe um salário mínimo e convive com diabetes e outras comorbidades, é insuficiente para arcar com as despesas médicas imprevistas.

"Sua ajuda faz toda a diferença. Qualquer valor será uma grande benção para quem sempre esteve presente na nossa comunidade rockeira", diz o apelo divulgado em redes sociais.

Como ajudar
A mobilização busca sensibilizar a sociedade civil para que qualquer valor possa ser doado. Os dados para contribuição foram disponibilizados diretamente pela família:
Objetivo: R$ 4.500,00 (Cadeira de transferência e insumos)
Chave PIX (Itaú): (18) 99717-5981
Titular: José Dias
Contato para informações: (18) 99717-5981

DESAPROPRIAÇÃO DO CINE CAPRI REACENDE DEBATE SOBRE REVITALIZAÇÃO CULTURAL NO CENTRO DE ANDRADINAA decisão da Prefeitura ...
29/04/2026

DESAPROPRIAÇÃO DO CINE CAPRI REACENDE DEBATE SOBRE REVITALIZAÇÃO CULTURAL NO CENTRO DE ANDRADINA

A decisão da Prefeitura de Andradina de desapropriar o antigo Cine Capri, fechado desde o início dos anos 2000, trouxe à tona um debate relevante sobre o futuro de imóveis abandonados em áreas centrais e o potencial de transformação desses espaços em polos de convivência cultural.

Localizado no coração da cidade, ao lado da Praça Moura Andrade, o prédio — que já foi um dos mais movimentados pontos de lazer, com capacidade para cerca de mil pessoas — hoje representa um cenário de ociosidade e degradação urbana. A proposta do poder público é dar uma nova função ao imóvel: transformá-lo em um grande auditório voltado para eventos culturais, educacionais e institucionais.

A medida encontra respaldo no princípio da função social da propriedade, previsto na Constituição Federal, que determina que todo imóvel deve atender a um interesse coletivo. Especialistas apontam que prédios fechados por longos períodos, sem manutenção ou uso, deixam de cumprir esse papel e podem ser alvo de políticas públicas como a desapropriação, desde que haja indenização ao proprietário.

Além da questão legal, a iniciativa é vista como uma estratégia de revitalização do centro urbano. Imóveis abandonados tendem a impactar negativamente a paisagem e a segurança, enquanto a reocupação pode estimular a circulação de pessoas, fortalecer o comércio local e atrair novos investimentos.

Outro ponto destacado é o valor histórico e afetivo do Cine Capri para a população. Em vez de permanecer como símbolo de abandono, o espaço pode ser ressignif**ado, preservando sua memória e adaptando sua estrutura para atender às demandas atuais da cidade.

A criação de um auditório de grande porte também atende a uma carência antiga de Andradina. Atualmente, o município não dispõe de um espaço adequado para receber grandes públicos em eventos culturais, o que limita a realização de apresentações, encontros e atividades de maior escala.

Com a reativação do Cine Capri, a expectativa é que o local se torne um novo ponto de encontro da população, promovendo o acesso à cultura e fortalecendo a vida urbana. A proposta reflete uma tendência observada em diversas cidades brasileiras: a de recuperar estruturas históricas e devolvê-las à comunidade com novas funções, alinhadas às necessidades contemporâneas.

Mais do que uma intervenção urbana, a iniciativa representa uma tentativa de reconectar o passado e o futuro da cidade, transformando um prédio marcado pelo silêncio em um espaço novamente ocupado por vozes, encontros e experiências coletivas.

SÓ RECLAMAR NÃO TEM FUNÇÃOHUGO LEONARDOTem coisa que a gente precisa dizer com todas as letras: reclamar, por si só, não...
17/04/2026

SÓ RECLAMAR NÃO TEM FUNÇÃO

HUGO LEONARDO

Tem coisa que a gente precisa dizer com todas as letras: reclamar, por si só, não transforma a realidade. Pode até aliviar por alguns minutos, mas não constrói, não levanta parede, não compra equipamento, não melhora atendimento. Quem muda o jogo mesmo é atitude, e Andradina está dando um exemplo bonito disso.

O programa “Adote um Quarto”, da Santa Casa de Andradina, já nasceu mostrando a que veio. Em pouco tempo, 20 pessoas e entidades assumiram o compromisso de cuidar de leitos da ala SUS do único hospital da cidade. Vinte. Não é pouca coisa. É gente que decidiu sair do seu local de tranquilidade e partir para a prática.

O primeiro a dar o passo foi o prefeito Mário Celso Lopes. E, como costuma acontecer quando alguém puxa a fila, outros vieram logo atrás: empresários, lideranças da sociedade, clubes de serviços. Pessoas que entenderam que reclamar da saúde não basta, é preciso fazer algo por ela.

E o mais animador: ainda restam nove leitos. Nove. Um número que, diante do tamanho do coração dos andradinenses, já não parece nenhum bicho de sete cabeças. Pelo contrário, soa mais como um convite aberto para quem quer, de fato, deixar sua marca positiva na cidade.

Isso, sim, é compromisso social. Não é postagem indignada, nem crítica vazia. É ação concreta, daquelas que fazem diferença real na vida de quem precisa.

Função social
Abro aqui um parêntese necessário. E faço isso com respeito, esperando que meus colegas de comunicação entendam: não é para todos, mas para um pequeno grupo que acaba prejudicando o verdadeiro papel do jornalismo.

Só reclamar não muda as coisas.
Apontar problemas é importante? Claro que é. Mas ignorar o que está dando certo também é uma forma de distorcer a realidade. E, convenhamos, não vi uma linha sequer, em certos espaços, sobre iniciativas positivas como essa da Santa Casa. Nenhuma menção ao esforço coletivo, à mobilização, ao exemplo que está sendo construído.

E isso diz muito.

O jornalismo tem, sim, uma função social. E ela passa também por mostrar caminhos, incentivar boas práticas, valorizar atitudes que inspiram. Quando a gente escolhe enxergar só o lado negativo, perde a chance de ajudar a transformar.
Então f**a o convite e também o desafio. Aos reclamadores de plantão: que tal fazer diferente? Divulguem essa campanha. Participem. E, se houver disposição de verdade, adotem um quarto também.

Porque no fim das contas, melhorar as coisas dá trabalho. Mas é justamente esse trabalho que faz tudo valer a pena.

MOVIMENTAR COM INTELIGÊNCIAHUGO LEONARDOAndradina começa a soprar suas velas antes mesmo de julho chegar. Aos poucos, co...
11/04/2026

MOVIMENTAR COM INTELIGÊNCIA

HUGO LEONARDO

Andradina começa a soprar suas velas antes mesmo de julho chegar. Aos poucos, como quem prepara a casa para uma grande visita, a cidade vai anunciando seus festejos de 89 anos, e não são apenas eventos, são sinais de um tempo novo, onde celebrar também é cuidar.

Há algo de bonito quando a alegria vem acompanhada de responsabilidade. O secretário de governo, Ernesto Júnior, falou em “movimentar a cidade com inteligência”, e essa frase parece ter encontrado morada no coração da cidade. Não se trata de fazer mais por fazer, mas de fazer melhor, de repetir o que deu certo, ampliar o que encantou e ajustar o que pode crescer.

A Expoagro, por exemplo, chega maior, com quatro dias de evento, o dobro do ano passado, como quem entende que o povo quer mais tempo para viver aquilo que lhe pertence. E não é só sobre shows. É sobre voltar às origens, sentir o cheiro da terra, reconhecer no campo um pedaço da própria história. O clímax no dia 11 de julho, aniversário da cidade, parece mais do que simbólico é como se Andradina celebrasse a si mesma olhando no espelho das suas tradições. E pode esperar uma grande surpresa.

E tem o desfile. Não mais nas ruas, não mais corrido. No estádio Evandro Brembatti Calvoso, onde as famílias se acomodam melhor, crianças enxergam mais longe, e a organização deixa de ser um desafio para ser mais eficiente.

Quando a cidade é administrada com inteligência, tudo flui diferente.E o mais bonito está no equilíbrio.

No aniversário grandes nomes da música nacional vão subir ao palco. Luz, som, expectativa. Mas ao lado deles, com o mesmo direito de voz, estarão os artistas da casa. Porque uma cidade que cresce sem esquecer quem canta nela desde sempre é uma cidade que sabe quem é.

E Andradina sabe. Sabe quando puxa a cavalgada, quando afina a viola na orquestra, quando mistura cultura com memória e transforma tudo em pertencimento. Como afirma Ernesto Júnior, essa é a política do prefeito Mário Celso: valorizar as raízes, ampliar o acesso e fazer com que cada evento carregue sentido, identidade e muita responsabilidade.

No fim das contas, o que se anuncia não é só uma programação. É uma forma de fazer. Uma forma que respeita o dinheiro público, que abre as portas para todos, porque tudo é gratuito, e que entende que festa boa é aquela que ninguém f**a de fora.

Andradina, aos 89 anos, não quer apenas comemorar. Quer mostrar que aprendeu. E talvez esse seja o maior motivo para celebrar.

10/04/2026

Vinda pelo caminho do tráfico internacional de dr**as, o medicamento sai de Pedro Juan Cabalero no Paraguai, passa por Andradina, e abastece o Estado de São Paulo Hugo Leonardo A rodovia Marechal Rondon, importante eixo de ligação entre o interior paulista e o Mato Grosso do Sul, tem se tornado ...

O PREÇO DA CORAGEMHugo LeonardoEm tempos em que muitos preferem o confortável silêncio, a coragem costuma sair caro. E n...
08/04/2026

O PREÇO DA CORAGEM

Hugo Leonardo

Em tempos em que muitos preferem o confortável silêncio, a coragem costuma sair caro. E não é metáfora, não. Sai caro politicamente, socialmente e, às vezes, até emocionalmente. Ainda assim, de vez em quando aparece alguém disposto a pagar essa conta. Em Andradina, esse alguém tem nome: Marcel Calestini.

Nos últimos dias, o cenário político regional esquentou — e não foi pouco. Após a decisão judicial que reconheceu Andradina como titular do VAF-ICMS da Usina de Três Irmãos, o vereador de Pereira Barreto, Daniel da Rádio, resolveu abrir o microfone da indignação e soltar o verbo. E soltou com gosto. Falou em “assédio jurídico”, acusou inveja, chamou políticos de “patetas” e por fim declarou que o "o governo de Andradina é inimigo de Pereira Barreto"; dizendo que é hora de "hora de ir para a guerra". Enfim, uma declaração de ódio legítimo.

E não parou por ai, Daniel ainda declarou que "deputado que f**ar do lado de Andradina é inimigo de Pereira Barreto" e que "o político que f**ar a favor de Andradina é inimigo de Pereira Barreto e não deve ser recebido aqui". Se houver guerra o Rio Tietê vai ser a grande trincheira.

No meio desse tiroteio verbal, um silêncio chamou atenção: o da maioria. Mas, como toda regra tem exceção, Marcel Calestini decidiu fazer o que poucos fazem — se posicionar. E se posicionar, nesse caso, não era a opção mais confortável. Era a mais necessária.

Ao publicar uma nota de repúdio, Marcel não só defendeu Andradina, como também fez algo ainda mais raro: pregou a paz. Em vez de entrar na lógica do “bateu, levou”, optou por lembrar que Andradina e Pereira Barreto sempre foram cidades irmãs, com trocas constantes na saúde, na educação e até no turismo. Ou seja, enquanto uns falavam em guerra, ele lembrava que a história sempre foi de parceria.

Mas não se engane: defender a paz, nesse contexto, exige mais coragem do que comprar briga. Porque é fácil gritar junto com a multidão. Difícil é ser a voz sensata no meio do barulho.

Marcel tem se mostrado esse tipo de figura: o amigo que não foge quando a confusão começa. Sabe aquele que aparece antes mesmo de você pedir ajuda? Pois é. Na política, isso é quase uma espécie em extinção. Seu companheiro de Câmara, André Lopes, já o batizou de “Xerife de Andradina”.

E talvez seja exatamente por isso que ele incomoda. Como já dizia Nelson Rodrigues, “Nada envergonha mais do que a coragem alheia”. A coragem expõe. Ela escancara a omissão dos outros, cutuca vaidades e, principalmente, assusta quem prefere o jogo morno dos bastidores.

Não é coincidência, portanto, que Marcel enfrente resistência.

Quando alguém resolve agir com firmeza e constância, vira alvo. De grupos políticos organizados, de politiqueiros desorganizados e até da “imprensa financiada”. E aqui, traduzindo sem rodeios: tem gente que trabalha para desgastar sua imagem. E, como em todo bom enredo político, tem quem pague e quem receba por isso.
Ainda assim, ele segue. Sempre presente quando surge uma injustiça, sempre disposto a entrar em campo. Pode até não agradar a todos — aliás, dificilmente agradará —, mas coerência nunca foi um caminho popular.

Talvez por isso sua postura beire o heroísmo. Não aquele de capa e efeito especial, mas o heroísmo cotidiano, que aparece na hora certa e fala o que precisa ser dito. E isso, convenhamos, dá trabalho. E dá problema também.

Mas, como também ensinou Nelson Rodrigues, “A coragem é a única virtude que ninguém pode fingir”. Ou se tem, ou não se tem. E nesse ponto, Marcel parece não ter dúvidas de qual lado está.
No fim das contas, o preço da coragem pode ser alto. Mas a falta dela, essa sim, costuma custar muito mais caro.

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Andradina, SP
16900-020

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