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Reunião de lideranças fortalece pautas da região e leva demandas para candidatosA cidade de Andradina, no interior pauli...
12/08/2026

Reunião de lideranças fortalece pautas da região e leva demandas para candidatos

A cidade de Andradina, no interior paulista, sediou um encontro político comandado pelo prefeito Mário Celso Lopes, reuniu diversas lideranças do Estado de São Paulo para debater as demandas dos municípios e a representatividade paulista nas esferas estadual e federal.

Durante a ocasião, o prefeito Mário Celso Lopes ressaltou a importância do fortalecimento e valorização do interior de São Paulo no cenário político e destacou a necessidade de eleger representantes que compreendam a realidade local da população, defendendo que a força do estado reside no interior e não apenas na capital.

O secretário de Governo de Andradina, Ernesto Júnior, ressaltou a importância da união e do fortalecimento político da região durante a recepção ao deputado André do Prado, pré-candidato ao Senado. O encontro mobilizou diversas lideranças do extremo oeste paulista, reunindo prefeitos, vereadores, presidentes de Câmaras e secretários municipais para debater melhorias e alinhar propostas com foco nas próximas eleições.

Segundo Ernesto, distante a mais de 650 km da capital e localizada na divisa com o Mato Grosso do Sul, a região enfrenta desafios específicos que exigem atenção especial de quem dispute uma cadeira em Brasília.

Demandas
Ernesto Júnior enfatizou pautas estratégicas como incentivos tributários, geração de emprego e renda e o potencial econômico gerado pelas oportunidades de negócios com o estado vizinho. Além disso, destacou a importância de estruturar e consolidar o turismo regional, transformando o extremo oeste em um polo atrativo e desenvolvido. Para ele levar esse conhecimento aos pré-candidatos é o caminho ideal para garantir que as demandas de Andradina e das cidades vizinhas ganhem voz no Senado, permitindo aos eleitores escolher os projetos que melhor representam a comunidade local.

ANDRADINA VAI VOTAR EM HOMENS DE BOTINAH U G O   L E O N A R D OHá frases que nascem em uma reunião política e morrem an...
11/08/2026

ANDRADINA VAI VOTAR EM HOMENS DE BOTINA

H U G O L E O N A R D O

Há frases que nascem em uma reunião política e morrem antes mesmo de chegar ao estacionamento. Outras pegam carona, atravessam a cidade, entram no rádio, chegam ao café da manhã do cidadão e, quando a gente percebe, já viraram assunto de esquina.

“Vamos votar em homens de botina.”

Foi assim que o prefeito de Andradina, Mário Celso Lopes, resumiu, com uma imagem bem interiorana, a necessidade de fazer valer o voto nas urnas de 2026. Afinal quem conhece a região sabe melhor do que ninguém onde aperta o sapato. Ou melhor, a botina.

Porque existe uma diferença curiosa entre a política de quem conhece o interior e a política de quem olha o interior pelo mapa. Quem é do interior aprendeu cedo que o “não dá” é apenas o começo da conversa.

Se a estrada está ruim, dá-se um jeito. Se a chuva atrapalhou, espera-se a terra secar. Se o dinheiro não veio, procura-se outro caminho. Se disseram que não existe possibilidade, alguém geralmente responde: “Mas e se a gente tentar?”

É uma espécie de teimosia produtiva de gente que é acostumado a dureza da vida desde cedo e faz acontecer a qualquer custo. Gente assim não tem muita intimidade com o impossível.

Talvez por isso a botina tenha sido uma escolha tão feliz para a comparação feita pelo prefeito.

Botina não combina muito com tapete vermelho. Botina combina com barro, poeira, estrada de chão, obra começando cedo, visita a bairro, conversa na calçada, propriedade rural, comércio, reunião que começa com café e termina com alguém dizendo que “precisa dar um jeito nisso”.

E Andradina vive provando que o impossível é possível. Desafiando algumas as previsões mais pessimistas, a cidade segue forte, muito pela visão do prefeito, que nunca aceitou que a ideia de que desenvolvimento é privilégio dos grandes centros. Poderíamos escrever um capítulo inteiro aqui sobre como suas ações ao longo da vida são responsáveis pela geração de 10 mil empregos de carteira assinada na cidade, o que ajudou Andradina a exportar anualmente mis de 500 milhões de dólares, recriou a indústria da carne, ajudou a plantar florestas inteiras, desenvolveu a economia do município, e a trajetória de sucesso com o turismo. Está ai a olhos vistos. A estrada do desenvolvimento é fato! Mas hoje vamos nos atentar a mensagem.

Aqui tem alguma coisa acontecendo. E ajuda de pessoas que entendem o que está acontecendo é essencial para que as coisas continuem acontecendo.

E talvez seja justamente essa a parte mais interiorana da história. Usar nosso voto para eleger quem senta a mesa e toma o nosso café e nos ouve com interesse. Nossos sucessos e nossa luta. Porque o sujeito que usa botina não f**a esperando o cenário perfeito. Ele olha para o terreno e pergunta por onde a gente começa. É desse tipo de gente, que tem história igual a nossa, que conhece o tamanho da estrada, que conhece a gente, que tem que lotar os locais de decisão, seja em São Paulo ou Brasília.

“Vamos manchar o tapete desses locais de terra”.

Porque a sola da botina anuncia de onde você é e carrega um pouco de todo lugar que a gente já passou. E não pode se permitir aos políticos se esquecer do caminho.

ANOS 90: SOFRI E NEM SABIAHugo LeonardoDizem por aí que os anos 1990 foram a melhor década para se viver. Tinha muito ch...
30/07/2026

ANOS 90: SOFRI E NEM SABIA

Hugo Leonardo

Dizem por aí que os anos 1990 foram a melhor década para se viver. Tinha muito charme, mas também tinha algumas coisas que, se voltassem hoje, seriam consideradas castigo. Os anos 90 eram uma época em que tudo demorava. E não era pouco. Demorava tanto que a gente aprendia a ter paciência por absoluta falta de alternativa.

Queria saber como chegar a algum lugar? Pegava um mapa. Se fosse um lugar mais complicado, comprava um mapa maior. Hoje o sujeito entra no carro, digita o endereço e ainda ouve uma voz dizendo: "vire à direita". Naquela época, se você errasse a entrada, não tinha aplicativo recalculando a rota. Tinha que parar, perguntar para alguém e ouvir: "Olha, você passou duas ruas. Volta até o posto e vira depois da igreja."

Queria ouvir uma música? Era esperar tocar no rádio. E quando finalmente tocava, alguém tinha que f**ar preparado para apertar o botão de gravação da fita cassete na hora certa. Se o locutor resolvesse falar por cima da introdução, era aceitar o destino. Você tinha uma gravação exclusiva da música com a voz do locutor dizendo "e agora, sucesso do momento". Hoje você escolhe a música. Nos anos 90, a música escolhia você.

E havia as locadoras. Você passava a semana inteira esperando o sábado para alugar aquele filme. Chegava lá e descobria que todas as cópias tinham sido alugadas. Restava escolher entre um filme que ninguém conhecia e aquele outro que estava disponível desde há anos porque ninguém queria assistir. Quando finalmente conseguia o filme, vinha a responsabilidade: rebobinar a fita. Hoje isso parece pré-histórico, mas naquela época devolver uma fita sem rebobinar era quase uma declaração de guerra.

E havia o risco supremo: alguém gravar por cima da sua fita. Você guardava seu filme favorito com o cuidado de uma relíquia. Um dia colocava a fita para assistir e descobria que alguém havia gravado uma partida de futebol por cima. Era o equivalente tecnológico de alguém pintar por cima da Mona Lisa.

A televisão também não ajudava. Perdeu o programa? Perdeu. Não tinha streaming, reprise instantânea, plataforma, "assistir mais tarde" ou "continuar de onde parei". Você segurava a vontade de ir ao banheiro até os intervalos porque não existia botão de pausa.
E telefone? Esquece. Para falar com alguém, você ligava para a casa da pessoa. E, antes de falar com seu amigo ou sua namorada, precisava enfrentar o chefe da família.

"Alô?"
"Boa noite, é o João?"
"Quem?"
"É o... amigo do João."
"E você quer falar o quê com ele?"
Naquele momento você já tinha confessado metade da vida.
Depois vinha o grito:
"JOOOOÃO! TELEFONE!"

Hoje existem mensagens privadas. Naquela época, não existia privacidade nem para marcar um encontro. E quando você saía de casa, desaparecia do mapa. Não tinha WhatsApp. Não tinha localização em tempo real. Não tinha "me avisa quando chegar". Se os pais quisessem saber onde você estava, tinham duas opções: confiar ou f**ar na janela esperando você aparecer. E você aparecia.

A câmera fotográf**a também era uma espécie de loteria. Você tirava 24 ou 36 fotos e só descobria o resultado depois de revelar o filme. Duas semanas de ansiedade para descobrir que metade das fotos estava tremida, outra metade tinha alguém piscando e, em três delas, aparecia misteriosamente o dedo de quem segurava a câmera. Hoje tiramos 37 fotos antes de escolher uma. Nos anos 90, uma foto ruim era uma foto ruim para sempre.

E sair de casa sem dinheiro era praticamente decretar o fim do passeio. Não existia pagamento por aproximação, Pix, carteira digital nem transferência instantânea.

Hoje temos tudo na mão. Informação, música, filmes, mapas, dinheiro, notícias, amigos, desconhecidos, compras, trabalho, entretenimento e até pessoas que não conhecemos nos dizendo como devemos viver.

Temos tecnologia para eliminar quase toda espera, mas talvez tenhamos perdido um pouco da capacidade de esperar.

Os anos 90 tinham limitações. Muitas. Mas havia uma coisa que não era ruim: o tempo.
O tempo era vivido. Vívido.

A gente f**ava conversando na calçada. Visitava alguém sem mandar mensagem antes. Marcava encontro e aparecia. Jogava conversa fora sem olhar para uma tela. O aniversário tinha gente de verdade na sala, não apenas notif**ações na tela. As amizades não precisavam de curtidas para existir. As pessoas se encontravam.
E, talvez porque tudo fosse mais difícil, algumas coisas acabavam tendo mais valor.

Os anos 90 não eram perfeitos, mas foram mágicos.

EQUILIBRE-SEHouve um tempo em que a maior polêmica da internet era descobrir quem visitava seu perfil ou participar da c...
27/07/2026

EQUILIBRE-SE

Houve um tempo em que a maior polêmica da internet era descobrir quem visitava seu perfil ou participar da comunidade "Eu odeio acordar cedo". Era um ambiente quase terapêutico: ninguém queria mudar o mundo antes do café.
Hoje, abrir uma rede social é um esporte radical. Você entra para ver a previsão do tempo e sai convencido de que um satélite secreto controla o preço do tomate, que um vídeo tremido prova o impossível e que um especialista em tudo acabou de descobrir a verdade que milhões de pesquisadores esqueceram de contar.

As redes sociais democratizaram a opinião. O problema é que muita gente resolveu promover a própria opinião ao cargo de fato consumado. E, como não existe filtro para o bom senso, todo dia nasce uma teoria nova, um guru inédito e uma explicação revolucionária para absolutamente qualquer coisa.

Uma geração inteira aprendeu a desconfiar dos métodos tradicionais de informação para mergulhar de cabeça na inconsistência das redes sociais. Todo dia surge uma teoria da conspiração diferente para nos tirar a paz. Todo dia aparece um novo iluminado plantando factóides para alimentar o caos. E, com a chegada da inteligência artificial, a mentira ganhou produção de cinema: fotos impecáveis, vídeos convincentes e até "provas" de acontecimentos que jamais existiram.
Enquanto isso, o brasileiro, que já acorda preocupado com boletos, trânsito, saúde e contas, ainda ganha de brinde uma enxurrada diária de desinformação cuidadosamente produzida para gerar indignação. Porque paz de espírito não rende curtida. O caos, esse sim, viraliza.

Antes de sair distribuindo certezas em formato de compartilhamento, talvez valha a pena fazer o exercício mais revolucionário dos tempos modernos: respirar. Ler antes de acreditar. Conferir antes de encaminhar. Nem tudo é fake, mas nem tudo é fato. E, se a notícia vier acompanhada de "a mídia não quer que você saiba", "repasse antes que apaguem" ou "um amigo de um primo que trabalha no serviço secreto confirmou", faça um favor à humanidade: desconfie. A vida já tem emoção suficiente sem transformar o grupo da família numa filial do departamento de teorias conspiratórias. Equilibre-se. Seu dedo não precisa apertar o botão de compartilhar toda vez que seu cérebro deveria apertar o botão do bom senso. Afinal, a mentira pode até correr uma maratona na internet, mas a verdade, mesmo caminhando, costuma chegar sem precisar de efeitos especiais.

Saudades do Orkut, quando a maior mobilização nacional — e sem nenhum potencial ofensivo, era disputar quem tinha a melhor foto de perfil.

HUGO LEONARDO – jornalista

LASCADOHugo LeonardoExiste uma estranha mania de escolher companhia pelo brilho. Se a pessoa nasceu em berço macio, tira...
23/07/2026

LASCADO

Hugo Leonardo

Existe uma estranha mania de escolher companhia pelo brilho. Se a pessoa nasceu em berço macio, tira foto em restaurante caro, "farma aura" nas redes sociais e parece viver dentro de um comercial de margarina, logo aparece uma fila de admiradores. O algoritmo ama. A plateia também.

Já o lascado... ah, o lascado ninguém posta nos stories.

O lascado é aquele que a vida resolveu testar sem aviso prévio. Já comeu o pão que o diabo amassou, o fermento, a forma e ainda lavou a louça depois. Enquanto uns colecionam filtros, ele coleciona boletos vencidos, recomeços e cicatrizes.

E vou confessar uma preferência que talvez não renda muitos likes: eu gosto do lado do lascado..

Porque o lascado está sempre remando. Hora a maré ajuda, hora ela tenta afogá-lo. Às vezes ele avança, às vezes parece andar para trás. Mas parado? Quase nunca. O luxo dele é continuar.

O lascado desenvolve uma habilidade que dinheiro nenhum compra: resiliência. Ele sabe que desistir é um convite para aparecer gente querendo enterrá-lo vivo, distribuindo discursos sobre meritocracia enquanto nunca precisou atravessar um temporal sem guarda-chuva.

O lascado vive em construção. Reinventa-se tantas vezes que já nem sabe qual foi a versão original. Aguenta dez vezes mais pancada do que muita gente que desaba porque apareceu uma espinha na véspera da festa, porque a unha quebrou ou porque o Wi-Fi caiu por cinco minutos.

O lascado é o verdadeiro vira-lata caramelo da espécie humana. Apanha da vida, sacode a poeira, abana o rabo para a esperança e segue em frente, tirando força de um lugar que nem a ciência explica. Talvez seja teimosia. Talvez seja coragem. Talvez seja simplesmente a necessidade de continuar respirando.
Enquanto isso, há quem viva protegido das tempestades e, justamente por isso, não saiba o que fazer quando cai a primeira garoa. Acostumados aos aplausos, confundem curtidas com caráter e seguidores com grandeza. Descobrem tarde demais que a vida não aceita filtro de beleza quando resolve cobrar a conta.

Vale a pena olhar para quem está na batalha silenciosa do cotidiano. São esses que acordam cedo, engolem o orgulho, reinventam os planos, sobrevivem aos tombos e ainda encontram forças para estender a mão a outro lascado pelo caminho.

No fim das contas, os heróis nacionais raramente usam capa. Geralmente usam uniforme de trabalho, chinelo gasto, ônibus lotado e um sorriso torto de quem já perdeu muito, mas ainda não perdeu a vontade de tentar outra vez.

O resto é aura. O lascado é substância.

MÁRIO CELSO LOPES: 1 homem, 10 mil empregosAo longo da vida, as ações do empresário e prefeito de Andradina, Mário Celso...
21/07/2026

MÁRIO CELSO LOPES: 1 homem, 10 mil empregos

Ao longo da vida, as ações do empresário e prefeito de Andradina, Mário Celso Lopes, já criaram mais de 10 mil empregos diretos na cidade e você sabe como?

Grandes transformações econômicas geralmente nascem de uma combinação rara: visão de longo prazo, capacidade de investimento e coragem para transformar projetos em realidade. Em Andradina, esse movimento tem como um dos protagonistas o empresário e prefeito reeleito Mário Celso Lopes, cuja trajetória reúne negócios, inovação e uma visão estratégica sobre o potencial de uma cidade.

Com uma extensa lista de atuações empresariais, o maior legado de toda a vida de Mário Celso será a geração de empregos. Não é exagero dizer que em Andradina, apenas a atuação direta de Mário Celso e seus empreendimentos, desde a reabertura do Frigorífico, que hoje dá 2,5 mil empregos na cidade, passando pelo Shopping Oeste Plaza, viveiros de mudas da Eldorado e Eucalipto Brasil, Parque Acqualinda, hotéis como o Resort Wakanda e demais empreendimentos, foram criados mais de 6 mil empregos em Andradina. Além disso, a reação do ambiente empresarial, acompanhando essa transformação, desde 2021 foram abertos outros mais de 4 mil empregos.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), dados de 2026, Andradina possui 19.403 empregos de carteira assinada, sendo Mário Celso responsável diretamente pela metade dos empregos formais na cidade.

Para se ter uma ideia, entre janeiro e maio de 2026, Andradina registrou a abertura de 652 novas empresas, crescimento em relação ao mesmo período anterior. O setor de Serviços liderou o movimento, mostrando uma economia cada vez mais conectada às novas demandas do mercado.

A predominância de microempresas e microempreendedores individuais revela outro ponto importante: o desenvolvimento não acontece apenas pelos grandes investimentos, mas também pela força de empreendedores locais que criam soluções, empregos e novas oportunidades.

A Trajetória
A história empresarial de Mário Celso começou muito antes da política. Nascido em Andradina, construiu uma carreira marcada pelo empreendedorismo em diferentes setores, passando pelo mercado imobiliário, agronegócio, pecuária, indústria frigoríf**a, florestas plantadas e, mais recentemente, pelo turismo. Seu perfil é associado à identif**ação de oportunidades e à criação de projetos de grande escala.

Um dos traços mais marcantes de sua atuação empresarial foi enxergar ciclos econômicos antes que eles se tornassem evidentes. Ao longo dos anos, Mário Celso participou de movimentos que ajudaram a conectar o interior paulista e sul-mato-grossense a grandes cadeias produtivas nacionais.

No setor da proteína animal, a retomada do Frigorífico Mouran representou um novo capítulo para Andradina. A indústria da carne é uma das maiores cadeias globais de alimentos, movimentando pecuária, tecnologia, logística, comércio exterior e milhares de empregos diretos e indiretos. A reativação dessa estrutura fortaleceu novamente a vocação agroindustrial da cidade e em Andradina nasceu a maior indústria da carne do mundo e até hoje representa um dos maiores expoentes de exportações com mais de U$ 500 milhões (quinhentos milhões de Dólares) por ano, fazendo com que Andradina exporte mais sozinha do que as maiores cidades do Noroeste Paulista juntas.

Outro grande capítulo foi sua participação no desenvolvimento do setor de celulose. A atuação ligada à formação de florestas de eucalipto e à criação da Eldorado Brasil Celulose colocou seu nome em um dos maiores movimentos da indústria florestal brasileira. O setor transformou o Brasil em referência mundial em celulose, unindo tecnologia, escala produtiva e sustentabilidade.

A cadeia da celulose envolve muito mais do que uma fábrica: começa na produção de mudas, passa pelo plantio de grandes áreas florestais e até na fundação de empresas e planejamento de projetos, que tornaram o Brasil o maior expoente mundial em celulose e papel. Sua participação contribuiu para a realização de alguns dos maiores projetos mundiais da indústria, como a Eldorado e a Suzano. A experiência acumulada em grandes empreendimentos consolidou uma visão de gestão baseada em escala, inovação e competitividade.

Ainda no setor de celulose, os viveiros de mudas criados pelo empresário em Andradina (Eldorado e Eucalipto Brasil) são responsáveis pela produção de 5 milhões de mudas por mês e 60 milhões por anos, gerando quase mil empregos diretos na cidade. Foram de Andradina que saíram as mudas para o plantio de grandes florestas produtivas no Centro oeste do Brasil.

Essa visão de criar novas vocações econômicas ganhou um novo capítulo com a aposta no turismo. Projetos como o complexo Thermas Acqualinda, empreendimentos hoteleiros como o Resort Wakanda, o Oeste Plaza Shopping, o Hotel Oeste Plaza e o Riviera do Grand Lagoon passaram a desenhar uma nova identidade para Andradina no cenário turístico. O empresário também criou um inovador roteiro para região com a implantação do Terroir 5 Elos, para a produção de vinhos com uvas brancas e tintas de 11 variedades, que também está aberto à visitação turística. Paralelo ao 5 Elos está nascendo o projeto e multipropriedade La Toscana com dois mil apartamentos para visitação na nova rota do vinho.

O turismo tem uma característica única: ele transforma a cidade em uma plataforma de oportunidades. Um visitante movimenta hotéis, restaurantes, comércio, transporte, serviços, entretenimento e pequenos negócios. Cada novo empreendimento turístico gera uma rede de atividades econômicas ao seu redor.

É esse efeito multiplicador que pode colocar Andradina em um novo patamar. Uma cidade que antes era reconhecida principalmente pelo agronegócio passa a construir uma economia mais diversif**ada, unindo produção, serviços, lazer e experiências.

A trajetória de Mário Celso Lopes representa uma característica comum a grandes empreendedores: a busca por novos ciclos. Da terra à indústria e ao turismo, a lógica sempre foi transformar ativos e ideias em projetos capazes de gerar impacto econômico.

Andradina vive hoje um momento em que antigos sonhos começam a ganhar forma. Mais do que novos empreendimentos, a cidade constrói uma nova imagem: a de um município que olha para o futuro, amplia suas vocações e cria um ambiente onde desenvolvimento e oportunidade caminham juntos. Uma cidade onde o futuro já começou.

17ª EDIÇÃO DO PORCO NO ROLETE SERÁ REALIZADA EM AGOSTOEvento tradicional de filantropia acontece no Clube Japonês e arre...
09/06/2026

17ª EDIÇÃO DO PORCO NO ROLETE SERÁ REALIZADA EM AGOSTO

Evento tradicional de filantropia acontece no Clube Japonês e arrecada recursos para manutenção dos serviços oferecidos pela entidade

O tradicional evento Porco no Rolete já tem data confirmada para sua 17ª edição. A promoção será realizada no dia 16 de agosto de 2026, na sede da A.A.C.E.A. – Associação Assistencial, Cultural e Esportiva de Andradina, conhecida como Clube Japonês, localizada na Avenida Jean Bernard, 885, no Jardim Europa.

O encontro, que já faz parte do calendário de eventos da cidade, é realizado em prol da Creche Berçário Nana Nenê, mantida pela Associação Espírita André Luiz. Toda a renda obtida com a iniciativa é destinada ao auxílio das despesas essenciais para a manutenção dos serviços oferecidos pela entidade.

Além de proporcionar um momento de confraternização para as famílias, o Porco no Rolete carrega uma importante história de solidariedade e compromisso social. Ao longo dos anos, o evento reúne a comunidade em torno de uma causa que contribui diretamente com o atendimento e acolhimento de crianças.

A organização convida toda a população para participar desta edição especial e colaborar com a continuidade do trabalho desenvolvido pela Creche Berçário Nana Nenê.

FÉ E DEVOÇÃO MARCAM CELEBRAÇÃO EM HONRA A NOSSA SENHORA AUXILIADORAA comunidade da Paróquia de Nossa Senhora das Graças ...
26/05/2026

FÉ E DEVOÇÃO MARCAM CELEBRAÇÃO EM HONRA A NOSSA SENHORA AUXILIADORA

A comunidade da Paróquia de Nossa Senhora das Graças viveu momentos de fé, oração e união no último dia 23 de maio, durante a procissão e a Santa Missa em honra a Nossa Senhora Auxiliadora. Fiéis participaram da celebração demonstrando devoção e renovando a confiança na intercessão daquela que é considerada a Auxiliadora dos Cristãos.

A procissão reuniu famílias, jovens, crianças e idosos em um percurso marcado por cantos religiosos, orações e demonstrações de carinho à Mãe de Jesus. Logo após, a Santa Missa reforçou a importância da fé e da esperança no cotidiano dos cristãos.

Segundo integrantes da comunidade católica, a celebração foi um momento especial para fortalecer a espiritualidade e recordar a presença de Maria na caminhada dos fiéis. Durante a cerimônia, também foi destacada a missão de Nossa Senhora como exemplo de amor, humildade e acolhimento.

Nossa Senhora Auxiliadora é um dos títulos dedicados à Virgem Maria dentro da Igreja Católica. A devoção ganhou força especialmente através de São João Bosco, fundador da congregação salesiana, que propagou a fé em Maria como protetora e auxílio dos cristãos diante das dificuldades da vida. O título simboliza a crença de que Maria intercede junto a Jesus em favor da humanidade, oferecendo amparo espiritual, proteção e conforto aos fiéis.

A celebração na Paróquia de Nossa Senhora das Graças reforçou a tradição religiosa da comunidade e emocionou os participantes, que viveram uma noite marcada pela união e pela devoção mariana.

EXPOAGRO TERÁ QUATRO DIAS DE SHOWS COM PORTÕES ABERTOSA Prefeitura de Andradina oficializou a realização da Expoagro 202...
11/05/2026

EXPOAGRO TERÁ QUATRO DIAS DE SHOWS COM PORTÕES ABERTOS

A Prefeitura de Andradina oficializou a realização da Expoagro 2026, confirmando o evento como a principal atração das celebrações do 89º aniversário da cidade. Em um movimento para fortalecer o turismo e a economia local, a festividade deste ano teve sua duração dobrada: serão quatro dias de evento, ocorrendo de 08 a 11 de julho, com encerramento programado para o sábado, dia oficial do aniversário do município.

O evento, que será realizado no Recinto de Exposições, marca o resgate das grandes feiras agropecuárias na região, valorizando a identidade rural da "Terra do Rei do Gado" e integrando entretenimento de alto nível com oportunidades de negócios para o setor produtivo.

Atrações confirmadas
Dia 8: Loubet
Dia 9: Luiza Martins
Dia 10: Kamisa 10 (K10)
Dia 11: Hugo Henrique

Tradição e Negócios
Além da grade de shows, a Expoagro inclui atividades tradicionais do universo country e provas equestres que atraem competidores de todo o estado com destaque para a Prova do Tambor e o Ranch Sorting, que exigem habilidade e agilidade de cavalos e cavaleiros.

O recinto funcionará como uma vitrine de negócios, com exposição de produtos, serviços e animais, funcionando como um workshop a céu aberto para produtores locais.

O público poderá desfrutar de uma praça de alimentação voltada à culinária típica, celebrando as raízes da cultura caipira.

Chamamento
A Prefeitura de Andradina abriu o chamamento público para cadastramento de Food Trucks e expositores interessados em participar da II EXPOAGRO 2026.

O cadastramento para os proprietários de Food Trucks será realizado entre os dias 18 de maio e 5 de junho de 2026. Os comerciantes poderão se inscrever por e-mail, pelo endereço [email protected], pelo WhatsApp (18) 3702-1000 ou presencialmente no setor de atendimento da Prefeitura.

Segundo as regras da organização, será proibida a utilização de materiais de vidro no espaço do evento, visando garantir maior segurança ao público. Os participantes também deverão cumprir todas as normas sanitárias e de segurança exigidas. A Prefeitura ressalta que o cadastramento não garante automaticamente a participação, já que todos os pedidos passarão por análise e aprovação da comissão organizadora.

A II EXPOAGRO também contará com espaço destinado à exposição e comercialização de produtos ligados à área rural, além de área especial para exposição de animais, incluindo gados e outras espécies de interesse agropecuário. O objetivo é valorizar o trabalho do homem e da mulher do campo e incentivar o desenvolvimento econômico do setor.

Para os expositores da área agropecuária, o período de inscrição será de 18 de maio até 20 de junho de 2026. Os interessados poderão entrar em contato pelo WhatsApp (18) 99693-3650 ou pelo e-mail [email protected].

A organização informa ainda que os expositores deverão seguir todas as normas de organização, segurança e bem-estar animal estabelecidas pela comissão responsável pelo evento. Assim como ocorre com os Food Trucks, o cadastramento estará sujeito à análise e aprovação da organização da II EXPOAGRO 2026.

JORNALISMO DE TABLOIDE.LEIGO OU MAU INTENCIONADO?O jornalismo nasceu da necessidade de informar com responsabilidade. Nã...
08/05/2026

JORNALISMO DE TABLOIDE.
LEIGO OU MAU INTENCIONADO?

O jornalismo nasceu da necessidade de informar com responsabilidade. Não se trata apenas de relatar acontecimentos, mas de traduzir os fatos com critério, honestidade e compromisso público. Em tempos de velocidade extrema e disputas por audiência, no entanto, parte da imprensa parece ter abandonado a essência da profissão para mergulhar em um território onde vale mais o impacto do que a verdade.

O chamado “jornalismo de tabloide” não é apenas aquele que exagera manchetes ou aposta no sensacionalismo. Ele se caracteriza, sobretudo, pela ausência de responsabilidade na apuração, pelo julgamento precipitado e pela disposição de transformar pessoas em alvos descartáveis para alimentar cliques, engajamento ou interesses obscuros. É um jornalismo que muitas vezes se esconde atrás da desculpa do erro, da interpretação equivocada ou da pressa. Mas há profissões em que o erro não pode ser tratado como banalidade, e o jornalismo é uma delas.

O jornalista não pode alegar ignorância sobre aquilo que assina. Não pode se declarar leigo diante do próprio texto. Na missão de informar, está pressuposto o dever de conhecer os fatos, ouvir versões, compreender contextos e medir as consequências do que será publicado. Quando isso não acontece, deixa de existir jornalismo e passa a existir irresponsabilidade.

Mais grave ainda é quando a distorção dos fatos ocorre de maneira intencional. Nesse caso, o profissional deixa de servir à sociedade para servir a interesses particulares, paixões pessoais ou conveniências momentâneas. O dano causado não é apenas individual. A mentira publicada corrói a confiança coletiva, destrói reputações e enfraquece um dos pilares mais importantes da democracia: a credibilidade da informação.

É lamentável assistir à degradação de marcas profissão construída com décadas de dedicação, coragem e sacrifício. Marcas que hoje são menos dadas ao comportamento permissivo.

A imprensa que enfrentou censura, perseguições e ameaças para garantir o direito à informação hoje, em alguns setores, parece se render ao imediatismo e ao espetáculo barato. Reputações são atiradas ao fogo sem o menor cuidado, enquanto a prudência e a ética são substituídas pela conveniência editorial.

Existe ainda um elemento silencioso nessa crise: a precarização das redações. Onde falta o pão, muitas vezes falta também estrutura, tempo e independência. A escassez econômica cria ambientes vulneráveis, onde a pressão por resultados rápidos empurra profissionais para práticas superficiais ou irresponsáveis. E, nesse cenário, a verdade costuma ser a primeira vítima.

Mas essa não é exatamente uma novidade. A história mostra que o jornalismo sempre conviveu com disputas entre ética e interesse, informação e manipulação. A diferença é que, hoje, os danos se espalham em segundos, amplif**ados pelas redes sociais e pela lógica da viralização.

Ainda assim, permanece indispensável defender o jornalismo sério. O jornalismo que investiga antes de acusar, que confirma antes de publicar e que entende que informar é um ato de responsabilidade pública. Porque quando a imprensa abandona a verdade, não destrói apenas reputações individuais destrói também a confiança da sociedade na própria informação.

E sem confiança, hoje menos ainda, não existe jornalismo. Existe apenas barulho. E Barulho não é informação!
HUGO LEONARDO Ver menos

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