09/05/2026
Um lugar onde a terra não termina no horizonte, começa nele.
No Douro, a paisagem não é apenas cenário: é presença, memória, silêncio e profundidade. Cada socalco desenha séculos de mãos humanas, cada curva do vale obriga o olhar a parar, respirar e sentir.
Durante o , na , foi impossível não ceder ao apelo desta imensidão viva. O Douro pede contemplação. Pede tempo. Pede traço.
E talvez seja isso que o torna tão diferente de qualquer outro lugar: aqui, a paisagem entra em nós antes mesmo de a conseguirmos desenhar.
✍️ Entre vinhas, pedra, vento e luz, os cadernos abriram-se quase sozinhos porque, no Douro, a inspiração começa na própria paisagem.