16/08/2026
Existem coisas inegociáveis: a instituição, a história, os torcedores e a tradição do Náutico. Nenhum projeto pode ser maior que o Clube — e o que Hélio e Guilherme dos Anjos vêm sustentando é insistência tática somada a um projeto pífio de direção de futebol. Eles são treinadores e diretores, e nenhuma das duas funções pode se sobrepor à instituição. E não vão mudar sozinhos — seguindo do jeito que está, vão levar o Náutico pro buraco.
A matemática é simples: se os diretores Hélio e Guilherme fizeram um bom trabalho nas contratações e renovações, os treinadores Hélio e Guilherme não estão rendendo com esse elenco. E vice-versa. Os números não mentem: 1 vitória em 12 jogos. E o mercado também cobra: contratações ineficientes, jogadores lesionados chegando sem condição de jogo, dinheiro e tempo gastos sem retorno em campo.
As últimas entrevistas só reforçam essa preocupação. Em vez de responder ao momento do time com trabalho e resultado, viram palco pra soberba, pra expor o próprio Clube publicamente e pra rebater crítica de torcedor chamando torcedor de marginal e covarde. Cobrança na hora errada, resposta desproporcional na hora errada — e isso não f**a só na entrevista, isso contamina o ambiente dentro do próprio Náutico.
É inaceitável o tratamento dado aos meninos da base. Kauã Maranhão punido de forma desproporcional, enquanto Derik segue em campo os 90 minutos. Samuel boicotado o ano inteiro sem justif**ativa técnica. Caio Soares fazendo um baita ano e sem espaço. Desvalorizar quem vem da base é desvalorizar o próprio Náutico.
Nós estaremos ao lado do Náutico pra fechar o ano garantindo a Série B 2027. Aconteça o que acontecer, sempre estivemos aqui e vamos continuar. Bruno, suas escolhas colocam seu nome na história do Náutico. Basta escolher qual legado quer deixar.
FORA HÉLIO!
Os Centenários dos Aflitos